Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit

Nesta altura do campeonato, todo mundo já sabe a quem servem os golpistas que derrubaram Dilma Rousseff, em 2016, e que, agora, querem tirar Lula da vida pública a todo custo: servem, dentre outros, aos magnatas do petróleo, como a Shell.

O encontro nada republicano e nada transparente da ministra do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia, com representantes da Shell e outros capitalistas estrangeiros no dia 29 de janeiro de 2018 demonstra o quão estreitas estão sendo mantidas as relações do Poder Judiciário brasileiro com o imperialismo que deseja sugar todas as riquezas do Brasil.

Na ocasião, a líder do judiciário cumpriu com seu papel de prestar contas e deixou bem claro aos presentes e à imprensa que fará de tudo para banir Lula do convívio social e da vida pública, antecipando sua prisão o mais rápido possível, já que não pretende rever o posicionamento do STF, no sentido de prender pessoas sem o trânsito em julgado de sua condenação, o que, é sempre bom dizer, contraria frontalmente o art. 5º, inciso LVII da Constituição Federal.

Para ela, aplicar o que está escrito na constituição seria o mesmo que “apequenar o Supremo”, e que o certo é que o próprio judiciário defina qual regra deve valer ou não, de acordo com seus fregueses.

Dentre os magnatas exploradores do petróleo alheio não falta prestígio à Ministra Golpista, pois o empenho da mulher em prender Lula e retirá-lo do jogo lhes facilita e muito na conquista de seus objetivos, que incluem o roubo do pré-sal e de todos os recursos minerais, do solo brasileiro, da água, etc, pois o ex-presidente já afirmou que, se eleito, vai anular a MP 795/2017, conhecida como a MP da Shell, que garante inúmeros benefícios à Shell e outras petroleiras estrangeiras.

Estrategicamente cobiçada por estas multinacionais, Cármen Lúcia e quase todo judiciário brasileiro não passa de agentes na manutenção do Brasil na condição de colônia de exploração dos grandes capitalistas.

Pelo caráter reservado do encontro e do pouco que se soube dele, percebe-se que o Brasil está muito longe de ser uma República, onde as instituições deveriam prestar contas ao povo, e não a quem as toma de assalto. Mas isto serve para mostrar que só povo nas ruas pode recuperar sua posição de titular do Poder e finalmente destituir todos os traidores do lugar ao qual jamais deveriam ter chegado.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas