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O golpista Juan Guaidó não passa de um capacho do imperialismo, especialmente o norte-americano. Isso foi confirmado pela própria imprensa dos Estados Unidos.

Artigo publicado no jornal The Washington Post pelo colunista Josh Rogin revela que, em 22 de janeiro – um dia antes de Guaidó se autoproclamar de maneira ilegal presidente da Venezuela –, a cúpula do governo dos EUA se reuniu e resolveu apostar no político de extrema-direita para tentar dar um golpe de Estado contra o presidente legítimo Nicolás Maduro.

Na noite desse mesmo dia, altos funcionários como os secretários de Estado, Mike Pompeo, e do Tesouro, Steve Mnuchin, e o conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton, apresentaram ao presidente Donald Trump a proposta de reconhecer Guaidó como presidente da Venezuela. No Salão Oval da Casa Branca, Trump aceitou a proposta, como revela um oficial de alto escalão do governo citado por Rogin, de forma anônima.

Ainda na mesma noite, o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, ligou para Guaidó e lhe disse que, se ele se autoproclamasse presidente da Venezuela no dia seguinte, o governo dos Estados Unidos o reconheceria e o apoiaria.

“Pence e Pompeo então tomaram a liderança na coordenação com líderes do Grupo de Lima e outros aliados”, escreve Rogin. Essa é uma clara revelação de que o Cartel de Lima é comandado diretamente pelo governo dos EUA e que todos os seus membros não passam de marionetes do imperialismo para implementar uma política entreguista em seus respectivos países e ajudar a executar um golpe de Estado na Venezuela.

No dia seguinte, a direita golpista organizou uma manifestação que passasse a impressão de que Guaidó tinha apoio popular para, então, se autodeclarar presidente do país, como ordenou o governo dos Estados Unidos.

Desta forma, fica ainda mais claro que a direita venezuelana (e de todo o continente) é um fantoche controlado pelo imperialismo e que nada representa o povo de seu país. Na verdade, caso consiga derrubar Maduro, a direita golpista tomará o poder para entregar todas as riquezas da Venezuela (como o petróleo e o ouro) para os seus patrões imperialistas, atacando os direitos da população, como faz a direita brasileira do governo Bolsonaro, que também foi imposto pelo imperialismo.

Por isso, a esquerda e o movimento popular não podem ter a mínima dúvida: é preciso defender o governo de Maduro e o povo venezuelano do golpe imperialista, porque defender a Venezuela é defender a luta dos trabalhadores de toda a América Latina. Fora imperialismo da Venezuela!

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