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Cinco jovens foram assassinados no último domingo (25), em Marica – litoral do Rio de Janeiro -, supostamente, vítimas da ação de milicianos que agem na região. A afirmação foi feita pela titular da Divisão de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, delegada Bárbara Lomba, na manhã desta segunda-feira (26).

Eles foram mortos a tiros dentro do Conjunto Residencial Carlos Marighella, unidade do programa “Minha casa, minha vida”, em Itaipuaçu, um dos distritos da cidade. As vítimas foram Sávio de Oliveira, de 20 anos, Matheus Bittencourt, de 18, Marco Jhonata, de 17, estes jovens não tinham passagem pela policia, ou seja, não eram envolvidos com o crime organizado, sendo que o contrario não justifique a ação dos policiais milicianos. Mas é sempre um expediente usado pela direita.

De acordo com as investigações estes milicianos agem como grupo de extermínio na região que cobram por serviços de segurança, os jovens, segundo relatos de parentes, faziam parte de uma roda de rap e passinho em Maricá.

Essa região do Rio de janeiro, que tem importantes municípios como Niterói, São Gonçalo e Maricá, que faz parte da região Metropolitana é uma área de atuação de milícias, e reconhecida pela violência policial. Em 2011 foi nesta região na, Cidade de Niterói que foi assinada a Juíza Patrícia Acioli, por policias de Batalhão de São Gonçalo, depois da denuncia e prisão feitas pela juíza  de 60 policiais ligados a milícias e grupos de extermínio.

Outro caso nesta região que ganhou repercussão nacional foi à prisão em 2017 de 97 de policiais do mesmo Batalhão de São Gonçalo, acusados de corrupção e envolvimentos com milícias.

A intervenção militar no Rio de Janeiro, não diminuiu a violência, pelo contrario intensificou-a, pois, encoraja  ainda mais  ação de destes grupos criminosos e do aparato repressivo oficial aos quais estão vinculados, como neste caso, na chacina da Rocinha e na execução da vereadora Mariellen Leal e seu motorista.

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