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A gestão do prefeito (mais coxinha do Brasil) João Doria já é a pior da história da maior cidade da América Latina. Desta vez sua visão capitalista de prioridade total aos lucros acabou por gerar a morte do jovem Lucas da Silva, de 22 anos, no domingo (4), eletrocutado durante o pré-carnaval de São Paulo.

A prefeitura terceirizou a empresa Dream Factory para realizar a instalação de 200 câmeras de segurança provisórias na cidade, para monitorar o carnaval. A empresa Dream Factory, por sua vez, “quarterizou” a instalação com outra empresa, a GWA, que foi a responsável de fato pela instalação das câmeras.

Lucas, que aproveitava o tradicional carnaval de rua de São Paulo na Rua da Consolação, esquina com a Matias Aires, recebeu uma descarga elétrica ao encostar em um poste da companhia de trânsito (CET) que estava energizado. No poste havia duas câmeras instaladas pela empresa GWA em meio a um emaranhado de fios.

Segundo a versão da prefeitura, a empresa que realizou a instalação das referidas câmeras não havia sido contratada para o serviço. A empresa nega e alega que a prefeitura tanto sabia, quanto acompanhava as imagens pela central de monitoramento.

A relação entre a gestão Doria e a empresa Dream Factory é investigada pelo Ministério Público.

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