Jornalista faz denuncia do VAR
Jornalista argentino denuncia possível favorecimento ao Boca Juniors para levar Copa Libertadores da América de 2020
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Lance da partida entre Palmeiras x River Plate, que garantiu o Verdão em sua 5ª finalíssima | agenciach.com.br

Em uma grave denúncia o jornalista argentino Leonardo Farinella, da TyC Sports, uma das grandes emissoras esportivas da Argentina, indignado e revoltado com a atuação da arbitragem em Palmeiras x River Plate, partida que deu ao Palmeiras uma vaga na final da Libertadores da América após 21 anos, publicou logo após o jogo o texto de título “O maior orgulho”, onde foi contundente ao afirmar que: “O River fez um jogo perfeito, goleou o Palmeiras, e a Conmebol resolveu eliminá-lo para que o Boca hoje(na partida contra o Santos FC) passe com calma para a final”.

O jornalista, Farinella relembrou outros possíveis favorecimentos ao Boca, inclusive citando o próprio duelo contra o Santos da semana passada, onde foi negado um pênalti ao atacante Marinho. O lance polêmico do jogo aconteceu aos 30 minutos do segundo tempo, quando o atacante Marinho, dentro da área, sofreu a falta do defensor Izquierdoz do Boca, mas o árbitro chileno, Roberto Tobar, entendeu o lance como normal. A decisão do árbitro gerou revolta no Santos, sobretudo, no técnico Cuca, que expôs sua indignação, até mesmo na entrevista coletiva, após o jogo.

No final Farinella, que atuou por quinze anos como o principal diretor do Diário Olé, elogiou o técnico Marcelo Gallardo e, mais uma vez, contestou as decisões dos juízes para justificar a eliminação do River. “A arbitragem o paralisou com seus fracassos e deu tempo aos brasileiros. Não há nada para reprovar da equipe e muito o que aplaudir.”

Vários fatos colocam claras dúvidas sobre a atuação da arbitragem da Conmebol. Alguns dias depois da partida com a divulgação dos áudios do VAR, se percebe claramente que os árbitros da salinha do ar condicionado em geral incitam o árbitro de campo para seguir o jogo.

No início destes áudios, o chileno Tobar, ao acompanhar o lance, grita no microfone: “Limpo! Nada!”. Segundos depois, ainda sem replay, Eduardo Gamboa, assistente do VAR, entra em cena: “[Marinho] se deixa cair”. O árbitro de vídeo Juan Gabriel Benitez, então, toma a palavra: “Há um contato. Toque [o play], deixe seguir”, disse ele, enquanto Gamboa pede para Tobar “retardar”. Este é o momento do diálogo: “Eu quero ver em velocidade normal. Ok, ele [Izquierdoz] colocou a perna, vendo de trás, não retome [o jogo]. Como você vê, Eduardo [Gamboa]? Eu quero ver a velocidade normal”, disse o árbitro de vídeo. “Não, choque de futebol”, afirmou o assistente do VAR, antes de Benitez concordar: “Seguimos. Roberto [Tobar], continue. Seguimos”. O jogo, então, foi retomado sem a marcação da penalidade.

Pelas quartas de final da Libertadores a Commebol escalou para o jogo do River Plate contra o Nacional, em Buenos Aires, os colombianos Andrés Rojas como árbitro e Nicolás Gallo no VAR. Curiosamente o mesmo chefe, Gallo, do VAR presente nesta partida atuou na mesma função na última terça feira na partida entre Palmeiras x River.

Uma questão a ser levantada e fruto de possíveis pesquisas posteriores é a verificação de que árbitros que se posicionaram em mais de um lance ou partida contra as designações do VAR (da salinha de ar condicionado) se estes foram ou não prejudicados com suas exclusões em convocações futuras, situação muito plausível e que deixa os árbitros de campo totalmente na mão dos manda chuvas da Conmebol e demais federações e confederações.

Um outro fato que chamou a atenção foi o fato do jornal Olé, tradicional apoiador dos clubes argentinos e detrator dos brasileiros, elogiar a atuação da arbitragem e do sistema de vídeo, reforçando que ele corrigiu os erros. O jornal procura citar lance a lance os acertos do VAR na eliminação do River Plate.

Sobre o gol anulado de Gonzalo Montiel, aos 6 do 2º tempo, o o jornal diz, “ninguém enxergou” irregularidade alguma na jogada(apenas o VAR). Elogiando o mecanismo “tecnológico” por ter buscado o impedimento na origem do lance.

No outro lance o árbitro (após consulta ao VAR) concluiu que o atacante argentino se atirou na área, e cancelou a penalidade. “Em uma ação rápida, Suárez que levar vantagem se atirando antes de ser tocado pela perna do brasileiro. O árbitro inicialmente comprou sua versão e marcou o pênalti. No entanto, a tecnologia lhe avisou que não houve falta. E, de maneira correta, o uruguaio corrigiu bem sua falha inicial, apesar dos protestos dos jogadores do River”.

Com o resultado, o Verdão volta à decisão continental após 21 anos, depois de alcançar a final em 2000.

Tais situações expõe ainda mais a Conmebol, entidade dominada por dirigentes argentinos. Ao final da edição deste diário socialista, o Santos FC se prepara para enfrentar os xeneizes, como é conhecido o Boca Juniors, fica a nossa torcida para que o futebol brasileiro passe por cima das artimanhas capitalistas da Conmebol e coloque também o Santos FC na final brasileira da Libertadores da América.

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