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Abaixo a censura contra o PCO

Jornal do Commercio “assassina” candidato do PCO em Recife

Em Recife conglomerado capitalista da comunicação e do mercado censura e ataca abertamente o Partido da Causa Operária e o companheiro Victor Assis candidato à prefeito pelo PCO

Tempo de Leitura: 3 Minutos

Companheiro Victor Assis em Conferência Nacional do Partido da Causa Operária – DCO

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A perseguição contra o companheiro Victor Assis, candidato a prefeito pelo PCO e ao próprio partido continua em Recife.

A burguesia pernambucana não para um só minuto com seus ataques, calúnias e censura ao Partido da Causa Operária. É imperioso para a burguesia nas grandes capitais do país apontar sua artilharia para aquele que é o partido da luta contra o golpe e do “Fora Bolsonaro” e nessa tarefa o Jornal do Comércio tem tomado a frente na barricada. Depois de acusarem o PCO na capital pernambucana até mesmo pelos crimes que os outros partidos cometeram, como ocorreu há duas semanas. Quando Victor Assis apresentou o programa do PCO para as eleições em debate realizado pelo jornal, explicitando o programa revolucionário de um partido operário para a atual etapa de crise econômica e crise sanitária, mostrando que as necessidades da população de Recife, assim como do país passam por necessidades que extrapolam os limites municipais, o Jornal do Comercio resolveu tratar o representante da direita, o bolsonarista Marco Aurélio como um candidato “responsável”, compromissado com a construção de creches, e Victor Assis como um candidato “sem propostas”. Tal ataque demonstra claramente a linha do Jornal do Commercio, o de apoio descarado ao fascismo na cidade. Uma mentira escandalosa, pois o PCO é o único partido com uma proposta concreta para os trabalhadores: a mobilização revolucionária em torno de seus próprios interesses.

Continuando em sua censura descarada ao PCO a emissora de rádio que vinha atacando a candidatura do PCO, ligada ao grupo JCPM decidiu apagar o vídeo completo das sabatinas do dia 28 de outubro, apagando, portanto, o vídeo da entrevista de Victor Assis. Além disso, a gravação em áudio da entrevista também sumiu “misteriosamente” do portal da rádio na internet. Cabe destacar de onde vem o grupo JCPM. É um grupo empresarial e conglomerado de mídia brasileiro com sede no Recife, capital de Pernambuco, criador da rede de supermercados e hipermercados Bompreço (que atualmente pertence ao Grupo BIG), bem como o cartão de crédito Hipercard (hoje controlado pelo grupo Itaú Unibanco), o grupo controla uma grande cadeia de Shopping Centers em Pernambuco (Shopping Recife, RioMar Shopping, Plaza Shopping Casa Forte, Shopping Tacaruna, estes em Recife, o Shopping Guararapes em Jaboatão dos Guararapes  e em todo o nordeste(Ceará, Sergipe e Bahia).

Em uma outra matéria caluniosa, mantendo os ataques regulares do Jornal Bolsonarista, o Jornal do Commercio enfatiza em título da matéria, que o candidato do PCO é “O candidato à prefeitura do Recife que não é candidato à prefeitura do Recife”.

No mais recente ataque ao Partido da causa Operária em Recife, simplesmente excluíram o companheiro Victor Assis da matéria vinculada no último dia 30 de outubro, anunciando que Recife tem dez candidatos, quando na verdade tem 11. Decidiram tirar o candidato do PCO apenas porque um juiz indeferiu a candidatura, o que não é de se duvidar de interferências alheias à justiça, visto tamanha perseguição ao PCO, mas o Partido está recorrendo e a candidatura permanece legítima. A matéria em questão anunciava quanto os candidatos à prefeitura do Recife teriam gasto com publicidade no facebook, fato este que por si só mostra a enorme disparidade entre os partidos burgueses e àqueles ligados aos trabalhadores.

Enquanto excluem a candidatura operária de Victor Assis, anunciam que os candidatos burgueses Mendonça Filho(DEM) e João Caetano(PSB) gastaram somente com o facebook, 67 mil e 55 mil reais respectivamente, seguido de longe por Marília Arraes do PT com 25 mil reais de investimento na plataforma.

O ataque do grupo JCPM é um claro ataque ao Partido que mais decididamente no país, se colocou contra toda a maquinação política que envolveu os partidos da direita, os grandes capitalistas do país, seus meios de comunicação, a justiça e o próprio imperialismo. O ataque ao PCO visa calar a luta contra o golpe de Estado, a luta pelo Fora Bolsonaro e a luta por construir como única candidatura dos trabalhadores e de suas organizações de esquerda para 2022, a candidatura de Luis Inácio Lula da Silva para presidente, como único com poder de reunir a força da classe trabalhadora para derrotar o golpe de Estado.

Neste sentido também é fundamental o apoio de todos àqueles que lutam contra o golpe, que lutam contra o governo Bolsonaro para impulsionar uma verdadeira imprensa operária no país, seja ela impressa, como é o caso do Jornal causa Operária ou o Diário Causa Operária que já chega a quase 90 mil inscritos e precisamos chegar aos 100 mil inscritos na plataforma do Youtube parta darmos um salto nesta luta e chegarmos a milhões de trabalhadores no país, impulsionando os a lutar contra a burguesia e seus governos que jogam no fundo do poço as condições de vida da classe trabalhadora brasileira.

Não é à toa, portanto, que o grupo JCPM tirou o Partido do ar. É preciso que todas as organizações de esquerda e os setores democráticos denunciem a censura do grupo JCPM ao PCO e a ditadura da burguesia nas eleições.

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