Jogador critica as autoridades
Richarlison criticou as autoridades pela falta de energia elétrica no Amapá
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SC - BRASILEIRÃO/CHAPECOENSE X SPORT - ESPORTES - O goleiro Magrão, do Sport, em partida contra a Chapecoense, válida pelo Campeonato   Brasileiro 2016, na Arena Condá, em Chapecó (SC), nesta quarta-feira, 12.   12/10/2016 - Foto: MáRCIO CUNHA/MAFALDA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Uma partida de futebol | Foto: Reprodução

Ao marcar o segundo gol da seleção brasileira no jogo contra o Uruguai na última terça-feira, o atacante Richarlison teve uma postura incomum aos jogadores de futebol atualmente. Ele se posicionou politicamente e cobrou das autoridades mais atenção para com o povo do Amapá que sofre há dias com a falta de energia elétrica:

_”Como cidadão brasileiro, eu peço que as autoridades se pronunciem, tomem uma decisão logo, o povo está sofrendo, e eles poderiam dar uma atenção à mais”. Disse o atacante.

O fato merece destaque, uma vez que, na atualidade, os jogadores de futebol são muito cobrados por não se posicionarem politicamente. A postura de Richarlison dividiu opiniões, muitos não compreendem a importância da palavra de um ídolo da seleção brasileira e minimizam o impacto de um ato como o do atacante. Sem dúvidas uma fala como esta constrange as autoridades e tem repercussão internacional.

Por trás do sofrimento do povo amapaense com a passagem de dias com falta de energia elétrica, está a desastrosa política de privatização de serviços públicos essenciais. A lógica de mercado é incompatível com o atendimento de direitos universais. Esse apagão jamais somaria tantos dias se o serviço de energia elétrica do Amapá não fosse regido pela lógica do lucro.

Nesse contexto o governo Bolsonaro, se prepara para privatizar empresas como a Petrobrás e os Correios e coloca os serviços públicos de educação e de saúde em vias de privatização. A desculpa da superioridade da lógica de mercado se revela uma falácia se tomamos como exemplo a situação que o atacante  Richarlison criticou no Amapá. O mercado tem compromisso com o lucro e não com oferecer serviços a todos os cidadãos com eficiência e segurança.

Bem que outros esportistas poderiam seguir o exemplo do atacante e pressionar para que o país se veja livre da ameaça das privatizações, para isto seria necessário que os nossos esportistas se politizassem ainda mais e aderissem à palavra de ordem do Fora Bolsonaro! Seria um importante apoio para a sociedade brasileira conseguir afastar a ameaça fascista!

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