Eu Apoio o DCO
João Gordo, Clemente, Douglas Germano, Mao, Rodrigo Lima, Jota Camelo, Chico Neto, entre outros artistas e anônimos que declararam apoio ao DCO.
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João Gordo, vocalista da banda de punk rock Ratos de Porão | Foto: Reprodução O Globo

Dezenas de personalidades, lideranças políticas, sindicatos e partidos políticos brasileiros e do exterior, militantes do PCO repudiaram o ataque e se solidarizaram com o jornal online da Causa Operária. Entre os artistas estão João Gordo, Clemente, Douglas Germano, Mao, Rodrigo Lima, Jota Camelo, Chico Neto e o artista plástico Jean Faucheur repudiam o ataque hacker contra o DCO no dia 18 de julho, onde foram destruídos mais de 4 mil artigos e a estrutura do site e registram sua solidariedade. “Fica aqui todo o meu repúdio contra esse momento nojento que o Brasil está passando”, diz o líder da banda de punk rock “Ratos de Porão”, João Gordo.

Os responsáveis pelo jornal acionam peritos para descobrir de onde veio o ataque, sendo necessário uma ampla ação contra os ataques criminosos do fascismo, que como ressaltaram as pessoas que enviaram os vídeos em solidariedade, foi um ataque contra os trabalhadores, querendo calar as vozes da classe operária, das idéias de esquerda, das linhas como marxismo e o trotskismo, atacando sua principal imprensa de uma maneira covarde e totalmente anti-democrática. Aclamaram também pela união de toda esquerda, em uma frente única, sem parceria com os traidores do povo.

Em nota, o partido declarou que: “A agressão criminosa significou a destruição do trabalho de quase 500 pessoas que colaboram com o Diário, além de um atentado contra o restante dos filiados do partido, posto que este é um dos seus órgãos oficiais. Os quatro mil artigos apagados correspondem a cerca de 100 dias e oito mil horas de trabalho dedicado e militante de redação, fotografia, revisão etc. Representa também um enorme prejuízo financeiro, dado que milhares de horas de centenas de pessoas foram aí empregadas, tanto para redigir os artigos como para montar o site, que havia recebido uma nova estrutura recentemente e terá que ser reconstruída do zero.”

Faucheur, destaca que é uma ação que lembra os episódios de queima de livros e ataque ao pensamento pelo regime nazista. João Gordo enfatizou seu repudio aos fascistas e destacou o momento difícil que o Brasil está passando e Jota Camelo pediu união da classe trabalhadora na luta contra o fascismo. A maioria e a nota do partido pedem ainda a colaboração de todos para que possamos repor integralmente as perdas sofridas, bem como para reorganizar e fortalecer o nosso jornal. Ainda em nota nosso partido destaca: “Trata-se também de um ato de retaliação aos embates políticos e mesmo físicos que tivemos com a extrema direita: uma tentativa de intimidar nosso partido, mas também o conjunto da esquerda. Não conseguirão.”

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