Eleições em meio ao golpe
Tatto aparece com 7,5% e Boulos com 6,5%, sendo que os tucanos mais odiados pelo povo, seguem sua ditadura em primeiro lugar.
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Guilherme Boulos e Jilmar Tatto. | Foto: Wikimedia Commons
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Guilherme Boulos e Jilmar Tatto. | Foto: Wikimedia Commons

Em uma nova pesquisa sobre a eleição para a Prefeitura de São Paulo realizada pela burguesia, aqui representada pela Badra Comunicação, o atual cenário paulista coloca Jilmar Tatto (PT) à frente de Guilherme Boulos (PSOL). Tatto com 7,5% e Boulos com 6,5%, estariam empatados tecnicamente.

Por outro lado, a ditadura da direita continua, com Covas liderando o ranking positivo, mas também, de quem os eleitores “não votariam de jeito nenhum”, com 22,4%.  O segundo mais rejeitado seria Tatto com 9,1%, demonstrando a polarização e a campanha da burguesia, que, pelo pequeno número, deu errado. O tucano teria hoje 32,3% dos votos, França teria 15,5%, sendo que no segundo turno, Covas venceria França por 41,0% a 37,3%, com 18,6% nulos. Entre Covas e Boulos, o tucano receberia 49% dos votos contra 23,8% do psolista. O número dos que não votariam em nenhum aumenta para 24%. E entre o Tatto e Covas, o petista receberia 23,2% contra 50,3% de Covas, pois parte dos votos nulos estimulados no segundo cenário iriam contra o PT.

Aqui é preciso destacar mais uma vez que, por mais que o PSDB seja odiado pela esmagadora maioria da população, sempre aparecem em primeiro lugar. Uma lição para a esquerda pequeno burguesa viciada em eleições, principalmente, em meio ao golpe de Estado que vivemos desde 2016.

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