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Jean Wyllys, deputado federal do Rio de Janeiro, é mais um exemplo de por que o PSOL não é um partido que defende os interesses dos trabalhadores. Além de o deputado não ter dado nenhuma contribuição à luta contra o golpe – a não ser o seu próprio voto contra o impeachment -, Jean Wyllys tem se destacado por alguns posicionamentos profundamente direitistas, em especial, em relação ao Estado de Israel.

Segundo Jean Wyllys, Israel é um Estado legítimo e qualquer um que diga o contrário deve ser considerado um anti-semita. Sem nenhum argumento para tamanho absurdo e repetindo as baboseiras moralistas da direita, Jean Wyllys é, portanto, inimigo do povo palestino, que vive na região há muito tempo e é massacrado diariamente pelo imperialismo.

Além de ser contra o povo palestino, Jean Wyllys também atua contra os judeus. Ele é quem é, portanto, o anti-semita. Afinal, a defesa do Estado artificial e criminoso de Israel é o mesmo que defender o massacre da maioria dos países do Oriente Médio, que não estão alinhados com os interesses do imperialismo. Desse modo, a defesa do Estado de Israel é a defesa de que a população dos países muçulmanos cresçam diariamente sua revolta contra os judeus.

O posicionamento de Jean Wyllys em relação ao Estado de Israel é, portanto, o posicionamento de quem defende um confronto entre os judeus e parte significativa dos países muçulmanos. Obviamente, esse confronto não será nem um pouco bom para os judeus que moram em Israel.

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