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Da redação – Com a política de destruição e exploração da direita golpista e dos banqueiros, cerca de 15 mil bancários estão com a saúde ameaçada. Diversos casos, denunciados neste jornal, demonstraram o aumento das doenças na categoria dos bancários.

Porém, o interessante é que apesar do aumento das doenças, a direita deixou os trabalhadores sem ambulatórios. O Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região denunciou:

Cerca de 15 mil bancários do Itaú estão tendo que passar por atendimento médico de forma precária caso passem mal no trabalho. É que os ambulatórios do CT, ITM e CAT estão fechados para reformas desde o início da semana. Por conta disso, os serviço está sendo prestado em outro espaço – que além de ser reduzido, basicamente só funciona para saúde ocupacional e exames demissionais e periódicos com médico do trabalho.

O Itaú ainda tentou uma saída paliativa, colocando uma ambulância para os casos de emergência. No entanto, não há atendimento no período integral. Devido à situação precária, os bancários que passam mal são orientados a ir para um pronto socorro.

“Uma ambulância fica aqui no CAT 24h, de segunda a sexta-feira. Nos finais de semana não tem motorista, ou seja, a ambulância está aqui, mas não tem ninguém para dirigir. A outra fica das 9h às 18h, e quando alguém passa mal, essa pessoa é atendida na própria ambulância porque não tem outro lugar mais apropriado. Inclusive os médicos e enfermeiros têm que ficar dentro da ambulância, não tem outro lugar para eles ficarem”, afirmou o dirigente sindical Sérgio Lopes, o Serginho do CAT. “Uma funcionária do ITM chegou a passar mal com muita dor no estômago, mas no ambulatório nem medicação tinha, pois estava tudo encaixotado. A orientação foi que ela procurasse um pronto socorro da rede credenciada do convênio médico, uma verdadeira falta de respeito”, completou.

O Sindicato está cobrando agilidade no serviço de reforma, que está previsto para encerrar até o mês de abril, e uma solução mais efetiva para que haja maiores transtornos para os trabalhadores durante o período das obras.

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