Dívida estratosférica da Itália e conflito com os bancos: reflexo das ruínas do imperialismo europeu

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A Itália é um dos países europeus mais endividados da União Europeia. Diante disso, o imperialismo, que se vê ameaçado pela extrema-direita, que controla o país, através de Matteo Salvini, decidiu atacar o país.

Por conta do alto endividamento estatal e da situação crítica da economia italiana, a União Europeia, por meio de comissão, decidiu recomendar a abertura de um procedimento de déficit excessivo contra o país, que caso aprovado pelos ministros europeus das Finanças poderá resultar em multas bilionárias para o país.

A Itália, que é um dos principais países imperialistas da Europa, é o segundo com maior endividamento, que teria atingido mais de 2 trilhões de Euros. Bruxelas, na Bélgica, sede da UE alega que o país não teria realizado medidas eficientes para combater o endividamento público.

O ataque do imperialismo se baseia nas regras do Tratado de Maastricht, que define que só é permitido uma dívida de 60% do desempenho econômico e um endividamento adicional de 3% por ano.

A dívida italiana é tão grave que o comissário de Finanças, Valdis Dombrovskis, calculou que ela equivale a 38 mil euros por habitante.

Desta forma, a União Européia, controlada por banqueiros franceses e alemães, age igual sanguessugas com economia italiana. Uma política que, ao invés de enfraquecer a extrema-direita, fortalece-a – de forma com que a campanha dos fascistas contra a UE tornam-se válidas.