Desestabilização do regime
Após a derrota de Donald Trump nas eleições, o maior aliado do genocida e Benjamin Netanyahu, novas manifestações foram convocadas pelo fim do governo fascista em Israel.
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Tel Aviv está saindo às ruas pelo "Fora Neanyahu" desde julho de 2020. | Foto: Corinna Kern/Reuters

A crise no governo fascista de Benjamin Netanyahu se acirra cada vez mais, principalmente após a derrota eleitoral de seu maior aliado internacional Donald Trump, agora ex-presidente dos Estados Unidos e o principal responsável nos últimos anos, em levar as políticas neoliberais que apenas degradam a vida dos trabalhadores, juntamente com os países imperialistas europeus como França e Alemanha, para o Oriente Médio. Após os resultados das eleições americanas serem divulgados, novas manifestações pelo “Fora Netanyahu” foram convocadas para o último sábado (07) em cidades como Tel Aviv e Jerusalém.

As queixas do povo israelense vão desde o verdadeiro descaso com a situação da pandemia da Covid-19 ao fracasso do próprio governo, utilizado de fantoche para implementar cada vez mais as políticas do imperialismo dentro do Oriente Médio. Os protestos já são convocados e realizados há várias semanas todos os sábados, reunindo famílias inteiras, e nem mesmo a pandemia e as restrições do governo para que manifestações não sejam feitas estão impedindo que os trabalhadores saiam às ruas.

Não é de hoje que o governo de Netanyahu é nocivo tanto para israelenses, por isso o pedido para que seu governo acabe imediatamente, quanto para os palestinos. Com seu verdadeiro descaso e governando apenas para a infiltração do imperialismo e o neoliberalismo no Oriente Médio, a população israelense vê as taxas de desemprego crescerem, saltando de 3,4% para 23,5% em três meses, a fome e a miséria estão cada vez mais fazendo parte da realidade dos trabalhadores, e tudo isso foi ainda mais piorado com a chegada da pandemia e a população se viu completamente abandonada, sem o mínimo necessário para se protegerem. Já os palestinos, que sempre foram oprimidos, estão sendo cada vez mais esmagados com os recorrentes bombardeios, bloqueios de estradas para o não recebimento de alimentos, itens básicos de saúde e até mesmo cortes na energia elétrica, tudo isso em meio à pandemia.

A crise em Israel é mais um episódio que demonstra a verdadeira crise dentro do imperialismo mundial, e é mais uma prova do quanto os governos fascistas e capachos deste mesmo imperialismo decandente estão cada vez mais frágeis, e isso se deve ao maior acirramento da crise capitalista e consequentemente do imperialismo. As manifestações recorrentes em Israel e em várias outras regiões do mundo mostram também qual é a tendência e qual é maneira que os trabalhadores devem agir para superar a crise, que é através da sua organização e mobilização. Somente com a classe operaria organizada e mobilizada contra os governos que são seus algozes será possível superar a crise e todas as suas reivindicações superadas.

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