JCO 1143
A edição de número 1143 do Jornal Causa Operária está disponível, compre já!
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capa jco
Capa da edição atual | Foto: PCO

O tradicional jornal Causa Operária está lançando sua edição de número 1143, confira o resumo dos principais conteúdos:

O golpe quebrou o país

A matéria apresenta uma retrospectiva detalhada do aprofundamento da crise econômica brasileira e do papel desempenhado pela direita em meio à situação de crise generalizada. O objetivo é demonstrar que a direita golpista é a autora, juntamente com Bolsonaro, dos maiores ataques contra população para procurar remediar a crise capitalista às custas dos trabalhadores com apoio de parte da esquerda

Portanto, é apontada a necessidade de organização independente e revolucionária, de se opor e combater o golpe de estado. Sem esperar que a direita, especialmente os golpistas, salvarão a população do caos imposto por eles mesmos.

Invasão do Congresso nos Estados Unidos

O texto retrata o cenário do fim da eleição presidencial americana com as ameaças e ofensivas de Donald Trump contra a ala majoritária do imperialismo americano, cujo atual representante é John Biden. Esclarece que a divergência entre estas alas tem grande importância política e demonstra a decomposição do sistema político tradicional nos Estados Unidos.

Com a burguesia dividida, é possível evitar que o interesse dos grandes monopólios norte-americanos recaíam sobre a população. Para a classe trabalhadora e aos oprimidos, está colocado o caminho da organização de um partido operário que represente a luta revolucionária pelo socialismo no país.

O maior curso de formação marxista é do PCO

Em comemoração aos mais de mil inscritos na Universidade de Férias do Partido da Causa Operária, o texto visa fazer o balanço inicial da atividade de formação política. Com mais de mil pessoas, certamente, o curso “O que foi o Stalinismo: uma visão marxista” se tornou o maior curso de formação política do Brasil. Além do número de pessoas, graças ao formato do curso, foram registradas inscrições de 14 países e de todo Brasil.

A conquista destes recordes é claramente uma conquista coletiva. Com a tarefa de organizar e aumentar o número de inscritos na Universidade de Férias a juventude do partido, a AJR Aliança da Juventude Revolucionária, organizou-se rapidamente para entrar em contato com contatos diversos e de diferentes partes do país e do mundo. O esforço para as inscrições também foi feito com sucesso no meio sindical.

Para todos aqueles que têm interesse no atual maior e melhor curso de formação política, ainda é possível se inscrever pelo nosso site
https://universidademarxista.pco.org.br.

Volta às aulas sem vacina, não!

A matéria denuncia o genocídio da volta às aulas em plena escalada da pandemia promovido por Bolsonaro, Doria e cia. Em São Paulo, João Doria estabeleceu o início do ano letivo para o dia primeiro de fevereiro mesmo que nenhuma reforma estrutural significativa tenha sido feita nas escolas, sem a organização rigorosa para testes aos professores, funcionários e estudantes e muito menos a tão polêmica e esperada vacinação em massa da população.

Além da denúncia, também é exposto o motivo para o genocídio da volta às aulas. Segundo o Insper, a queda no PIB brasileiro será de, em média, 14% com o fechamento das escolas no ano de 2020, o que expõe que a intenção dos representantes da burguesia como Doria é o de salvar os capitalistas às custas da vida da população. Para barrar o genocídio é necessária a convocação de assembleias ainda em janeiro e aprovar um indicativo de greve caso se cumpra a volta às aulas presenciais.

O stalinismo não fez a União Soviética chegar ao socialismo

Um dos temas abordados na Universidade de Férias, o que foi o stalinismo é uma questão complexa e que necessita ser vista do ponto de vista concreto. O texto mostra a oposição do stalinismo e de sua política confusa com o socialismo, que, ao contrário do que é dito por pela direita e por parte da esquerda, não é um mero conjunto de reformas.

Para demonstrar esta oposição, a matéria esclarece o que é o socialismo com trecho do texto Princípios do Comunismo de Engels, texto base para o Manifesto Comunista, escrito em 1847. É antecipado que nas edições seguintes também contarão com trechos que acompanham as exposições da Universidade Marxista.

Textos de Trótski

Trecho retirado do capítulo 5 do livro A Revolução Traída, cuja resenha foi feita também nesta edição. Publicado em 1937, A Revolução Traída é uma das principais obras do dirigente da Revolução Russa sobre o desenvolvimento da União Soviética após a morte de Lênin, sendo considerada, por muitos, como seu trabalho principal sobre a natureza do stalinismo.

A obra foi terminada às vésperas do primeiro dos processos de Moscou, conhecido na História como “O Grande Expurgo” em que um número enorme de dirigentes do partido comunista da URSS e do Exército Vermelho foram torturados, mortos, exilados, entre outras penas duras. No texto, Trótski demonstra a aproximação de Stalin do setor mais conservador, a burocracia, e prevê que a queda da Revolução seria dada pelo prevalecimento da Burocracia sobre o Estado Operário.

No trecho do texto “Por que Stalin venceu?”, Trótski detalha o afastamento da classe operária dos postos de poder e sua substituição pela burocracia soviética, que se tornou cada vez mais autônoma dentro do regime stalisnista. Destacando uma porção final do texto: “A burocracia não venceu unicamente a Oposição de Esquerda, venceu igualmente o partido bolchevique, venceu o programa de Lênin, que apontava como perigo principal a transformação dos órgãos do Estado “de servidores da sociedade em senhores da sociedade”.

Quem paga a conta do capitalismo “quebrado”?

O texto toma como base o endividamento dos países capitalistas, sobretudo os países imperialistas, para demonstrar a situação insustentável do capitalismo. Com o desastre da economia capitalista, o Estado Burguês se endivida mas não com o povo pois, em grande medida, os recursos são encaminhados para salvar as grandes empresas capitalistas, o que cria uma disputa desfavorável para os trabalhadores.

Para sustentar toda a falência dos monopólios e da burguesia falida, a expropriação dos trabalhadores aumenta como nunca antes, visto que a crise hoje é maior que em 2008. Portanto, a saída proposta pela burguesia para crise é que o povo pobre pague pela crise que eles mesmo criaram.

Veja também as matérias:

“O acordo com a direita no Congresso vai salvar a democracia?” da Análise Política da Semana e “Novas Mutações do coronavírus e a fraude da vacinação: bem longe de acabar”, uma atualização sobre a questão da pandemia.

As polêmicas “Genro quer que ‘Bolsodoria’ lidere ‘oposição’ a Bolsonaro” e “Boulos e a ‘nova esquerda’, segundo o imperialismo francês” e as colunas “De Nhonho a Baleia” por Victor Assis, “ ‘A culpa é do povo’: o egoísmo e o cinismo da burguesia” por Antônio Carlos Silva e “Retrospectiva para tirar lições” por Henrique Áreas.

É possível adquirir o jornal Causa Operária entrando em contato com a nossa Secretária de Organização pelo Whats App de número 11 99741-0436.

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