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PM militarized police commandos patrol the Praia da Ramos and Roquette Pinto communities, part of the Mare Complex shantytown in Rio de Janeiro, Brazil, on April 1, 2015.  Rio's police Wednesday began the sheduled plan of replacing the army involved in pacification tasks in the 140,000 inhabitants Mare Complex slum in a process they expect to end by June 30. AFP PHOTO / CHRISTOPHE SIMON / AFP PHOTO / CHRISTOPHE SIMON
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O Exército “comemorou” a semana do soldado com uma mega operação na cidade do Rio de Janeiro que envolveu cerca de 5 mil agentes, entres soldados dessa Força, juntamente com agentes da Força de Segurança Nacional, PM`s e integrantes da Polícia Civil do Estado.

Apenas nesses dias, foram, apresentados ao público mais oito mortos, sendo cinco “suspeitos civis”, supostamente em decorrência de tiroteio, e três militares.

Segundo o Portal G1, ligado à Rede Globo, notório apoiador do golpe de Estado que derrubou a presidenta Dilma e da intervenção militar no Rio de Janeiro, o número de mortes por intervenção policial no RJ mais que dobra em cinco anos”e
esse “Índice mantém alta mesmo se contado apenas o período da intervenção federal”.

Para não deixar dúvidas de que além do crescimento geral da matança, há um aumento ainda maior, desde a intervenção militar, os golpistas assinalam que sob a intervenção alcançou-se “o maior índice para os sete primeiros meses do ano desde 1998”. Destaque-se ainda que “entre janeiro e julho de 2013, 236 pessoas morreram em ações da polícia. Já nos sete primeiros meses de 2018 foram 895 mortes, um aumento de 279%. A média mensal que era de 33 mortes passou para 127”.

Tais números não deixam a menor dúvida que a intervenção militar no Rio não serviu, de modo algum, para “combater a violência” como se anunciou, com o tradicional cinismo dos golpistas.

E o próprio comando das Forças Armadas aponta que as situação vai ainda ficar pior. O ministro da Defesa, general do Exército Joaquim Silva e Luna, afirmou – em entrevista ao jornal O Globo –que os conflitos entre as Forças Armadas e facções criminosas devem se intensificar e “gerar mais mortes” .durante a fase final da intervenção federal no Rio de Janeiro, prevista para acabar  em 31 de dezembro.
No dia 24, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, – durante as celebrações antecipadas do “dia do soldado”, criticou, a falta de integração de outros setores da administração pública e da sociedade civil no combate à criminalidade no Rio de Janeiro e elogiou a ação criminosa do Exercito, que já provocou a morte de quase 100 pessoas durante a ocupação. No mesmo dia, o ministro ativo militante do golpe de estado que levou ao governo o presidente mais impopular da história do País, o golpista Michel Temer, lembrando os (para ele) saudosos tempos da ditadura militar, o “radicalismo” e condecorou os ministros do STF que vem violando a Constituição Federal, para manter como preso político o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foram condecorados com as mais altas “honrarias” do Exército os ministros Edson Fachin, relator do processo que indeferiu o habeas corpus solicitado pela defesa de Lula, e Luís Roberto Barroso, ativo defensor do regime golpista no STF e, agora, relator do processo de cassação do registro da candidatura presidencial de Lula.
Fica cada dia mais evidente que a intervenção no Rio é parte do conjunto da operação golpista que, para impor seus planos de cassar todos os direitos democráticos do povo (como é o caso da realização de eleições fraudulentas, sem a participação de Lula) e para promover o maior retrocesso nas condições de vida dos explorados (como acontece com a população pobre, negra e a juventude do Rio de Janeiro que índices de desemprego de mais de 40%) é preciso intensificar a repressão contra a população, espalhar o terror e, se preciso, dar um golpe de estado, contra o “caos” e o “radicalismo” dos trabalhadores e da juventude que não aceitem se submeter à esse regime de escravidão e submissão total do povo brasileiro aos planos ditados pelo imperialismo norte-americanos.
Não pode restar dúvidas da necessidade, para os explorados, de lutar contra a intervenção militar no Rio de Janeiro e contra o golpe militar que paira como uma ameaça concreta sobre o povo brasileiro.
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