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Intervenção militar no Rio de Janeiro não é uma farsa eleitoreira, é uma realidade e o povo está morrendo

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Há cerca de um mês, o presidente golpista Michel Temer determinou que as Forças Armadas assumissem a Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro. Na prática, o Exército se tornou o chefe de todas as polícias e dos bombeiros do segundo Estado mais importante do país, o que fez com que o governador do Rio, eleito por sua população, se tornasse refém dos militares.

Segundo setores da esquerda, a intervenção seria apenas uma forma de fazer com que o governo Temer retomasse prestígio junto à população, ganhando, assim, melhores condições para ser reeleito. Além de ser absurda a possibilidade de Temer se tornar popular após todas as suas medidas desastrosas, negar que há um ensaio para um golpe militar generalizado é não enxergar minimamente o que está acontecendo com o país.

Com a intervenção, ficou claro, concretamente, quais eram as intenções dos golpistas ao espalhar militares pelo Rio de Janeiro: uma vereadora foi assassinada por denunciar as atrocidades da polícia, a carnificina nos morros só aumentou e um clima de terror se instaurou no Estado. O povo que protestou contra o golpe nas escolas de samba e que ameaçou uma grande revolta contra a prisão de Lula está sendo duramente reprimido e assassinado todos os dias.

Junto a isso, o sensacionalismo da imprensa diante dos últimos acontecimentos no Ceará vem mostrando que a intervenção no Rio de Janeiro é um protótipo para uma experiência a ser realizada em todo o país. Por isso, é necessário abandonar qualquer tese que amenize o verdadeiro teor da intervenção militar no Rio de Janeiro e exigir, imediatamente, que os militares voltem para os quartéis.

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