Ditadura
Trata-se de mais uma ofensiva da extrema-direita mundial contra a mobilização e a organização política dos trabalhadores
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Partido comunista polonês corre risco de ser ilegalizado | Foto: Reprodução

O governo ditador da extrema direita da Polônia de Andrzej Duda continua com seus ataques aos direitos dos cidadãos poloneses. Após vários protestos de mulheres contra as restrições ainda maiores para o direito ao aborto,o governo mira colocar na ilegalidade o partido comunista polonês. O Procurador Geral da Polônia e o Ministério da Justiça solicitaram ao Tribunal Constitucional que fossem declaradas ilegais as atividades do Partido Comunista, pois segundo os mesmos, as atividades do partido “incitam a revolução na sua carta de princípios”.

Segundo a Procuradoria Geral da República, o Partido Comunista polonês propõe em seu programa e atividades “métodos totalitários” e que incitam abertamente por uma revolução inspirada na Revolução de Outubro do partido bolchevique na Rússia, e também busca em “realizar a nacionalização e a coletivização de forma forçada”. As alegações e a tentativa de colocar o Partido Comunista na clandestinidade são mais um método de ataque da extrema direita, não somente polonesa, mas mundial, onde partidos de esquerda revolucionários são considerados ilegais dando margem assim para a perseguição e a prisão de militantes, além de atacar os direitos políticos de qualquer trabalhador de se organizar partidariamente. Diante das constantes manifestações e a tendência de mobilização da classe trabalhadora mundial, é comum que governos como o de Andrzej Duda tentem colocar os partidos operários na clandestinidade, para que haja uma desmobilização e também uma maior repressão para com os trabalhadores, outro grande exemplo desse tipo de política foi a ditadura militar no Brasil em que partidos e militantes foram perseguidos, torturados e mortos, as típicas ações da extrema direita.

O governo de extrema-direita polonês está realizando uma série de ataques aos direitos dos trabalhadores, em que leis contra os direitos de minorias foram aprovadas como por exemplo a proibição do direito ao aborto em casos de má formação fetal, além de ataques aos LGBT’s e agora aos partidos de esquerda, em especial o Partido Comunista da Polônia, que foi criado em 2002 e é historicamente o sucessor do Partido Comunista que esteve em atividade no país entre 1918 a 1938. As perseguições já estão ocorrendo no país, onde nos últimos protestos contra a proibição ao aborto pessoas foram detidas e foram classificadas pelo ministro do Interior Mariusz Kaminski como “bandidos de extrema esquerda”. Além disso, o governo de Duda serve como um agente do imperialismo na região, e contra o governo russo.

A extrema-direita mundial utiliza de seu poder dentro do Estado burguês para tentar evitar o inevitável, que é a organização política e a mobilização dos trabalhadores. Dentro deste cenário, é importante que não somente na Polônia, mas em todo o mundo a classe trabalhadora se mobilize ainda mais contra os ataques da extrema-direita e seus direitos fundamentais em busca do governo operário.

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