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O prefeito coxinha da maior cidade do país vem anunciando mais um novo ataque contra os trabalhadores e a população paulistana. João Doria – que não gosta de trabalhador e menos ainda de pobre – está articulando o desmantelamento da atual estrutura da CEAGESP (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), transferindo o maior entreposto de frutas e verduras da América Latina para local ainda incerto.

O certo mesmo é que a figura ridícula do senhor Doria vem afirmando que o local onde funciona hoje a CEAGESP dará lugar a um Centro Internacional de Tecnologia e Inovação (CITI). A gestão anterior – do ex-prefeito petista Fernando Haddad – já havia cogitado a mudança, com um projeto de transformar o local em um empreendimento imobiliário, com prioridade para a construção de moradias populares.

Doria, no entanto, já anunciou que ali não será erguido nenhum projeto de moradia, e menos ainda popular; afinal, quando se trata de alguma coisa que diga respeito aos interesses do povo, o prefeito golpista dá sempre um jeitinho de dizer “NÃO”.

É claro que toda essa movimentação do prefeito golpista irá desaguar em mais uma generosa concessão aos seus amigos da iniciativa privada, sem que por isso eles venham a pagar nenhum tostão. Afinal, foram esses os financiadores e apoiadores diretos da campanha do senhor João Dória à prefeitura.

“Já está definido [o polo tecnológico], com o apoio do governo federal e estadual. Teremos inclusive uma Fatec, uma faculdade de tecnologia que será instalada ali e todo um campus para empresas de tecnologia”, disse o prefeito. Doria descartou a hipótese de construir moradia popular no terreno. “Habitação popular, ali não é o lugar” (site G1, 21/02).

A escalada de ataques do prefeito coxinha contra a população pobre e explorada da cidade parece não conhecer limites. A perseguição e os ataques contra os menos favorecidos é implacável, indo desde moradores de rua e dependentes químicos, chegando até mesmo às crianças escolares do município, para quem a figura quixotesca do prefeito queria alimentar com ração no lugar da merenda escolar.

A população paulistana – em particular os explorados que sofrem no dia a dia os ataques do prefeito – devem declarar guerra a esta política de destruição da cidade levada adiante por Dória. Se não for barrada, esta política irá colocar a cidade, completamente, sob o tacão, cada vez maior, do empresariado golpista paulistano, inimigo dos trabalhadores e da população pobre da cidade.

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