Política imperialista
União Europeia e EUA impõem sanções contra membros do governo bielorusso, simplesmente por não “concordar” com a reeleição de Lukashenko.
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epa08606758 Supporters of Belarusian President Alexander Lukashenko wave national flags as they take part in a rally in Minsk, Belarus, 16 August 2020. Long-time President Lukashenko is under mounting pressure after unrest erupted in Belarus over alleged poll-rigging and police violence at protests following election results claiming that he won a landslide victory in the 09 August elections. As unrest continued in the country as of 15 August, Lukashenko sought the help of Russian President Vladimir Putin asking assistance in the event of external military threats to Belarus, media reported. Opposition leader Tikhanovskaya fled to Lithuania after rejecting the election results she claimed was rigged. Following the deathly crackdown on protesters, EU foreign ministers, during a video conference in Brussels on 14 August, approved sanctions against responsible officials in Belarus.  EPA/TATYANA ZENKOVICH
Manifestação bielorussa contra a intervenção imperialista, em defesa de Lukashenko. | Foto por: reprodução.

A União Europeia (UE) e os Estados Unidos (EUA) divulgaram nesta sexta (02) a imposição de sanções contra cerca de 50 bielorrusos, membros do governo, que supostamente seriam os responsáveis pela violência durante os protestos e por uma suposta falsificação dos resultados das eleições.

Só a UE impôs medidas punitivas contra 44 pessoas, entre eles o ministro do interior, Yuri Karáev, o chefe da Comissão Eleitoral Central, Lídia Ermostina. Já os Estados Unidos sancionaram 8 membros do governo, incluindo, além dos anteriormente citados, o vice-ministro do interior, Yuri Nazárenko e o comandante das tropas internas, Jazalbek Atabékov.

A União Europeia ainda ameaçou o país “A UE está pronta para impor medidas mais restritivas se a situação não melhorar”, segundo Joseph Borrell chefe da dimplomacia.

Na semana passada o presidente reeleito, Aleksandr Lukashenko, tomou posse na capital Minsk para um novo mandato, cfe previsto, após as eleições de 09 de agosto terem apurado 80,1% dos votos para Lukashenko.

A medida é totalmente antidemocrática e viola o direito da população bielorussa em escolher seus governantes. As sanções também foram rechaçadas pelo Min. das Relações Exteriores da Rússia que afirmou “uma pressão inaceitável sobre as autoridades bielorrussas que se esforçam para normalizar a situação no país”.

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