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Há alguns meses, o deputado federal do PSOL Jean Wyllis disse que, caso o segundo turno das eleições deste ano fossem disputadas entre João Doria e Bolsonaro, seria melhor que o tucano vencesse. Segundo a lógica do deputado, Bolsonaro seria “pior” que João Doria. No entanto, não existe “pior” entre Doria e Bolsonaro: existe a burguesia, que é decadente, podre e capaz de qualquer coisa para manter seu parasitismo.

Tanto Bolsonaro, quanto Doria, quanto Álvaro Dias, quanto Ciro Gomes são representantes dos interesses dos patrões. A função de todos eles é conseguir, por meio da política, as melhores condições para um massacre dos patrões sobre os trabalhadores.

Nessa semana, surgiu mais uma evidência de que não existe nenhum setor democrático na burguesia – ela é, de conjunto, fascista. Executivos e empresários da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que tanto dizem defender o país e que são próximos de setores como Ciro Gomes, aplaudiram de pé o fascista Jair Bolsonaro.

Essa situação demonstra claramente que não há saída para os trabalhadores que não seja a luta contra o golpe. O Regime Político dominado pelos golpistas está se deteriorando cada vez mais e levará, inevitavelmente para uma polarização política ainda maior. Por isso, não é possível crer em “golpistas arrependidos” ou em uma frente ampla com a direita: é preciso fortalecer os comitês de luta contra o golpe e construir uma mobilização revolucionária dos trabalhadores.

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