Na crise, a saída é demitir?
Gigantes multinacionais aproveitam a crise e aprofundam ataques aos trabalhadores, demitindo em massa, jogando trabalhadores à própria sorte na pandemia.
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Metalurgicos - Renault
Operários da Renault entraram em greve na terça (21) contra demissões | Foto por: Divulgação/sindicato dos metalúrgicos Curitiba

Após anunciar uma série de demissões nos últimos 3 meses as montadoras automobilísticas do país podem ter chegado a 3.200 demissões no primeiro semestre de 2020.

A informação é da própria Anfavea, organização que é uma espécie de sindicato dos proprietários das montadoras, que divulgou os dados das demissões do setor no primeiro trimestre e dos últimos meses, antecipando a divulgação do 2º trimestre.

Nesta segunda (20), a Renault anunciou a demissão de 747 operários em sua fábrica em São José dos Pinhais-PR, o que levou os demais 7.000 trabalhadores a uma greve nesta terça (21). A Nissan, no Rio de Janeiro, demitiu em Junho 398 trabalhadores, a Toyota demitiu 49, a Caoa Chery demitiu mais 59 em março, entre outros casos.

O setor da indústria automobilística tem sido um dos que mais recebeu incentivos fiscais e de outras formas do Estado brasileiro nos últimos anos, mas nada disso impede que as gigantes multinacionais demitam, como destacou o presidente dos metalúrgicos da grande Curitiba, Sérgio Butka, ao anunciar a paralização da categoria na Renault:

“Queremos que a empresa cumpra a sua obrigação por estar recebendo incentivos fiscais do estado e, por contrapartida, deveria estar mantendo o emprego de todos os trabalhadores”

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