Eleições fraudulentas: imprensa golpista está em campanha para fazer Lula desistir da candidatura

barroso

A cada dia que passa aumenta  o grau de ansiedade que toma conta da imprensa golpista,  como de todos os inimigos do povo que querem que Lula saia das eleições.

O circo de horrores patrocinado pelo ministro Luís Roberto Barroso e companhia na última sexta, 31/08, no julgamento da candidatura de Lula no Tribunal Superior Eleitoral foi a expressão maior do pavor dos golpistas ao candidato que detém mais de 40% das intenções de votos nas eleições de outubro. A ânsia pela condenação de Lula chegou a tal ponto, que Barroso, na leitura de seu voto, chegou a classificar o julgamento do TSE como uma espécie de “trânsito em julgado”, não cabendo, portanto, recursos em instâncias superiores.

A expectativa era a de que Lula entregasse os pontos na visita oficial que seu vice e seus advogados fizeram à sede da Polícia Federal em Curitiba, onde está preso. Para desconsolo dos golpistas, Haddad saiu com a informação que Lula é mais candidato do que nunca e vai lutar até o fim, apoiando a iniciativa da direção do PT em recorrer ao STF.

As colunas dos jornais se transformaram em um muro de lamentações. “A posição de Lula é pessoal” e ainda “O PT está demonstrando o desprezo pelas instituições democráticas aproveitando-se das brechas legais para denunciar uma perseguição política que não existe”, blasfemou  indignado um dos mais venais jornalistas da grande imprensa golpista, Merval Pereira,  do jornal O Globo.

Outros, mais comedidos nos seus desesperos, procuraram acentuar que a posição de Lula enfraquece o seu vice, pois sobraria pouco tempo para Lula transferir os votos para Haddad, no caso do candidato do PT acatar a data limite de 11 de setembro para renunciar a sua candidatura, como tentou impor o TSE no julgamento de sexta-feira, buscando acentuar a ilusão sob as chances de vitória de uma candidatura que não seja a de Lula.

O fato é que Lula é a “pedra no sapato” dos golpistas, e que pedra. Sua candidatura até as últimas consequências, se esta for a decisão do PT, aprofundará sobremaneira a crise do regime político e a tentativa dos golpistas em fechar o golpe com a aparência do respaldo nas urnas com uma candidatura dos “donos do golpe”.