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O regime golpista quer colocar o Rio de Janeiro sob estado de sítio, uma ditadura sob o controle dos militares. O golpista Michel Temer decretou, com a cumplicidade do governador Pezão, intervenção militar na segurança pública do Estado. O decreto deve ser assinado ainda nesta sexta-feira (16).

Este fato é de extrema gravidade e eleva a intensidade da luta política no País, é um passo importante para o estabelecimento de uma ditadura militar no Brasil.

O decreto terá validade até 31 de dezembro de 2018, ou seja, até o final do mandato do atual governador, que dizer até depois das possíveis eleições, marcadas para outubro. O secretário de Segurança Pública do Rio será afastados de suas funções. O interventor escolhido, que será responsável por todas as forças de repressão no Estado é o General Walter Souza Braga Neto. Após assinado, o decreto segue para aprovação do Congresso.

A intervenção tem como pretexto uma suposta “onda de violência” que assola o Estado. Pura ficção inventada pela imprensa capitalista para criar as condições e justificar a intervenção militar no Estado. A campanha da imprensa capitalista é, naturalmente, parte de um plano geral dos golpistas para levar a política de golpe militar adiante no Rio de Janeiro e, se preciso (para eles), em todo o País. Será esse também o método da burguesia para criar as condições e justificar uma ditadura militar no país inteiro, diante do aumento da tensão entre as classes sociais, ou seja, diante a tendência a mobilização das massas contra o golpe e toda a burguesia golpista. Quer dizer a imprensa capitalista cria o “caos”( que traduzindo significa mobilização popular) e os militares intervém para garantir a ordem (o golpe de Estado)

Aqui se coloca a questão fundamental do apoio das massas à candidatura de Lula e da impossibilidade até aqui da burguesia tirá-lo do páreo. A mobilização contra o golpe de Estado, que neste momento concentra-se na luta contra a prisão do Ex-presidente Lula está ganhando corpo, podendo mesmo se desenvolver como um gigantesco movimento de massas, do ponto de vista da burguesia o golpe está entrando em seu período de maior crise, o que leva a burguesia a procurar também saídas criticas para a situação.

Logicamente, que esta intervenção no Rio de Janeiro não tem haver com o aumento da violência no Estado como alardeia a imprensa golpista, violência que continua igual, tem haver com um programa da burguesia golpista, estão preparando uma ditadura militar, e caso seja necessários vão recorrer a ela contra o povo sem pestanejar.

É preciso mobilizar-se imediatamente contra a ditadura militar iminente no país. Fora o Exercito do Rio de Janeiro, abaixo a intervenção militar, abaixo o golpe de Estado.Não à prisão de Lula. Fora Temer e toda a ditadura da direita, no Rio e em todo o Pa´

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