Imprensa venal
Os desenvolvimentos dos noticiários das últimas semanas demonstra que a venal imprensa burguesa está unida numa campanha para ocultar da população o que está ocorrendo no país.
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Jornalistas do Jornal Nacional da Rede Globo | Foto: Reprodução

Os desenvolvimentos dos noticiários das últimas duas semanas demonstra que a venal imprensa burguesa está unida numa verdadeira campanha para ocultar da população o que está ocorrendo no país, sobretudo os acontecimentos em relação ao coronavírus e ao desemprego. 

 

O caso mais expressivo denunciado por Maurício Stycer no sítio Uol é o da Globo, que diminuiu em 2/3 o tempo sobre o coronavírus em seu principal telejornal, o Jornal Nacional. Houve redução até do número de chamadas nas aberturas sobre coronavírus e nas últimas edições dedicou-se ao tema apenas 10 minutos dos seus 56 minutos de duração do programa.

 

A campanha de ocultação não é uma exclusividade da rede Globo, a rede Record na última edição do seu programa Domingo Espetacular, trouxe reportagens mostrando histórias de pessoas que conseguiram empregos neste momento da pandemia. Tentando numa manipulação aberta mascarar os 12,9 milhões de desocupados no país, que somados aos subocupados e a força de trabalho potencial representam 24,4% da população sem trabalho. 

 

Todos os casos apresentados no programa Domingo Espetacular, eram de vagas de emprego relacionadas ao setor de frigoríficos. Esse segmento que devido às exportações vive um caso atípico na economia nacional que está em queda livre. Ou seja, pegaram uma exceção para tentar encobrir a regra, que foi um aumento de 1,1% percentual no número de desempregados no últimos trimestre.

 

Na realidade segundo os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) da população brasileira de 210,4 milhões apenas 92,2 milhões de pessoas estão ocupados, ou seja apenas 43,8% da população total está trabalhando. Isso é uma record histórica do desemprego, pela primeira vez ocorre de o número dos ocupados serem inferiores a metade população. 

 

O alto desemprego com a formação do chamado exército industrial de reserva, afeta toda a vida da classe trabalhadora. Esse cenário abre oportunidade para os patrões atacarem as condições de vida da classe trabalhadora, realizando rebaixamento salarial e vários outros cortes de direitos. Em razão dessas ameaças iminentes as condições de vida da classe trabalhadora  a imprensa burguesa tentar mascarar da população essa realidade e esconde o rumo que o país tomar.

 

Esse não é um fenômeno isolado, pelo contrário em toda a história do país a imprensa burguesa desempenhou o papel de principal instrumento de manipulação sobre a realidade do país. Ignorando a situação caótica que se encontra o Brasil, com um número crescente de mortes por covi-19, a burguesia utiliza seus meios de comunicações, defende e aprofunda o golpe de estado, buscando a todo custo manter seus lucros.

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