Censura imperialista
Medicamento venezuelano contra a COVID-19 é escondido, enquanto os produtos dos monopólios da indústria farmacêutica são propagandeados massivamente.
Nicolás Maduro - medicamento
Maduro denuncia a censura do monopólio das comunicações nas redes sociais. | Foto por: reprodução/facebook
Nicolás Maduro - medicamento
Maduro denuncia a censura do monopólio das comunicações nas redes sociais. | Foto por: reprodução/facebook

Passados 20 dias do anúncio feito pelo presidente venezuelano, Nicolás Maduro, do Carvativir um medicamento desenvolvido por pesquisadores do país e que seria 100% eficaz para combater os sintomas da COVID-19, a imprensa monopolista internacional segue ser dar qualquer divulgação do medicamento.

O anúncio do medicamento e seus primeiros resultados foram feitos no dia 25 de janeiro, através de todos os meios de comunicação do governo venezuelano, inclusive pelas redes sociais do presidente, porém pouco depois boa parte do material de divulgação, com vídeos explicando o funcionamento do medicamento foram excluídos pelo Facebook, o qual afirmou que “até que a OMS aprove o medicamento” as postagens continuarão bloqueadas.

Carvativir, o medicamento venezuelano que acaba com os sintomas da COVID.

Maduro, informou que o pedido de autorização para uso internacional pela OMS e os estudos completos foram enviados e denunciou o Facebook e seu proprietário, Mark Zuckerberguer, por praticar censura. Até hoje poucas notícias são encontradas em sites de buscas, mostrando a censura pelos monopólios da comunicação.

A censura, perseguição política e toda a contradição ficam explícitos se comparado às vacinas e outros medicamentos que estão sendo anunciados. As vacinas, por exemplo, nenhuma delas possuem estudos conclusivos sobre eficácia e efeitos colaterais, mas como são produtos dos monopólios da indústria farmacêutica internacional, foram prontamente avalizadas. Há ainda, os medicamentos de Japão e Israel que, também não possuem, estudos conclusivos, somente preliminares, assim como os do medicamento venezuelano, mas estão sendo amplamente propagandeados pela imprensa burguesa, assim como se faz a propaganda de um produto qualquer na prateleira de um supermercado.

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