Propaganda anti-Rússia
A perseguição contra a Rússia não tem tido limites, agora, com a criação de um novo “perseguido” politico, com o propósito claro de fechar o cerco para um golpe
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Vladimir Putin e Alexei Navalny | Foto: Newsbook EN

A campanha anti-Rússia permanece com toda força e com as acusações mais infundadas possíveis.
Na última quarta-feira (02), o governo alemão divulgou que o teste para envenenamento do “ativista”, Alexei Navalny, deu positivo e afirma ser isso uma “prova inequívoca” e, exige que a Rússia apresente explicações “urgentes” sobre o caso, do até então ilustre desconhecido do público, que hoje recebe atendimento de chefe de Estado, por razões que são totalmente desconhecidas da população.
Em nota à imprensa, a chanceler alemã Angela Merkel – que ocupa o cargo desde 2005 e nunca foi acusada de ser ditadora por isso – informa que os resultados dos exames mostraram que Navalny foi de fato “vítima de um crime”, com a intenção de “silenciá-lo”.
O porta-voz do governo alemão, Steffen Seibert, em um comunicado declara que “ As análises realizadas pelo Exército alemão em consulta com o Hospital da Charité de Berlim, onde Navalny está internado, encontraram “provas inequívocas” de um agente químico nervoso da família do Novichok. Deixando claro que as tais ” provas inequívocas”, apenas o exército alemão teve acesso, até o presente momento.
A consequência desse acontecimento, é a Alemanha propondo sanções ao gás russo pelo suposto envenenamento feito pelo governo ao seu opositor, que ninguém sabia quem era até alguns dias atrás.
Seibert também compara o caso com o do ex-agente duplo russo Serguei Skripal e sua filha Yulia em 2018 na Inglaterra, que gerou uma crise diplomática entre Londres e Moscou. Seibert só poderia ter sido mais detalhista no caso Serguei, para que o povo pudesse entender se tem cabimento comparar os dois casos. Fazendo uma digressão do caso, Serguei é um ex-espião russo que repassou vários nomes de agentes soviéticos que trabalhavam no Ocidente à MI6, à agência de espionagem britânica. Com um pouco de bom senso e raciocínio lógico básico, não é difícil de concluir que o maior interessado no “sumiço” do ex-agente, seria a Inglaterra. Na Rússia ele foi condenado a 13 anos de prisão em 2006, mas foi libertado quatro anos depois em 2010 num acordo de troca de agentes entre os países.
A realidade é que a Rússia sofre uma anti-propaganda desde os tempos que fazia parte da extinta URSS, com teorias conspiratórias absurdas, onde as “provas” é apenas a “certeza absoluta” dos que propagam as estórias. Países que são aliados da Rússia passaram ou passam por verdadeiros golpes e tentativas de golpes de Estado – como Ucrânia e Bielorrússia e agora, o país saiu na frente nas pesquisas da vacina contra o Covid-19, o que aterrorizou a indústria farmacêutica dos países imperialistas, que querem a todo custo manter o monopólio desse ramo, fazendo com que ocorra uma verdadeira elitização da vida.
Navalny não passa de uma Gauidó Russo, sem a menor expressividade política e a Rússia não tinha motivos para adotar tal ato, pois o ilustre desconhecido sequer representa um perigo eleitoral.
Estamos falando de mais um capacho do sistema imperialista, que é usado na “boa” e velha propaganda burguesa de “perseguido político”, a fim de que se implemente um cerco à Rússia, com sanções econômicas e publicidade negativa na imprensa estadunidense e européia, que são as mídias oficiais do imperialismo, com o objetivo claro de prejudicar a distribuição do gás russo e certamente, a vacina do Covid-19, o terror da indústria farmacêutica burguesa.

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