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síria (1)
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Após a denuncia do governo Russo, publicada neste Diário no dia 30/08, alertando para o fato de que o imperialismo organizou rebeldes, que trouxeram uma enorme quantidade de agentes venenosos para a cidade de Saraqib (Síria), com a finalidade de um ataque quimico que crie um pretexto para intervenção e destruição do país, os mandatários estadunidenses, escancararam a farsa e ameaçaram abertamente um grande ataque militar caso haja uma tragédia química.

A situação na Síria chegou a tal gravidade, que os EUA anunciaram que estão em parceria com outros países imperialistas, a França e o Reino Unido, e que irão lançar o maior ataque já visto na região caso aconteça o “atentado”.

“A resposta do governo de Trump quando tivemos provas indiscutíveis em duas ocasiões, uma vez em abril de 2017 e outra vez em abril deste ano, foi usar a força contra o regime sírio pelo uso de uma arma de destruição em massa”, disse John Bolton, assessor do departamento genocida de segurança nacional do presidente americano. “Nos últimos dias, expressamos que se houver um terceiro uso de armas químicas, a resposta será muito mais forte […] Tivemos consultas com os britânicos e os franceses, que se uniram a nós no segundo ataque aéreo (na Síria), e eles também estão de acordo quanto a uma resposta muito mais forte a outro uso de armas químicas”, completou o representante dos assassinos em massa.

Bolton ainda acusou os governos da Rússia e outros por acusarem os EUA de estarem “dando autorização à Al Quaeda para que use armas químicas e tentam culpar o governo da Síria […] Essa afirmação deve ter sido uma das mais degradantes que escutei na história da propaganda do século XX e XXI”.

Segundo o governo russo, como feito anteriormente, os agentes venenosos são utilizados pelos rebeldes para iniciar uma provocação e culpar o presidente Bashar al-Assad. Vale lembrar aqui, que os EUA sempre utilizaram desse argumento para invadir países por todo o globo, financiando guerras, armando extremistas, fascistas, jogando bombas de destruição em massa por todo Oriente Médio, matando crianças, idosos e todos que estiverem no caminho do controle imperialista e dos interesses de assalto do petróleo, por exemplo.

Na medida em que Bashar al-Assad, bem como Maduro na Venezuela e Ortega na Nicarágua, apresentam grande resistência, as investidas da direita se tornam cada vez mais violentas e genocidas.

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