Oposição mobiliza estrangeiros
Lukashenka vem estabilizando a situação na “última república soviética”
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Manifestação da oposição em Minsk utilizando bandeira pró-imperialista de três cores. | Natallia Rak

A Bielorrússia vem passando por sucessivas tentativas de desestabilização após o pleito realizado no dia 9 de agosto de 2020. Nessa oportunidade, o imperialismo tentou colocar no governo, por meio de um golpe aos moldes bolivianos, sua representante, Sviatlana Tsikhanouskaia. Entretanto, a oposicionista recebeu pouco mais de 10% dos votos. Seguidamente, após as eleições de agosto, a oposição realizou diversos atos, incluindo manifestações, tentativas de sabotagem e ataques a agentes da repressão estatal. Além disso, também foi chamada uma “greve geral” que, de acordo com os organizadores, “colocaria fim ao regime de Alexander Lukashenka”. Entretanto, essa iniciativa foi outro retumbante fracasso, apesar de todo apoio do imperialismo.

Agora, o mais novo movimento golpista se dá através de uma mobilização dos cidadãos que vivem no exterior, prioritariamente na Ucrânia, Letônia, Polônia e Lituânia. Como consequência desse fato, centenas de pessoas foram impedidas de cruzar a fronteira entre os países citados e Belarus, por questões de segurança nacional, uma vez que eles agiriam como agitadores em protestos. Além disso, em países como Alemanha e Brasil, alguns bielorrussos organizaram o que eles chamaram de “embaixadas alternativas”. Entretanto, essa embaixada não tem autoridade alguma, e servem apenas como chamariz para a mídia capitalista. É importante dizer que esses recentes esforços da oposição visam a garantir forças para que sejam aplicadas sanções econômicas contra a ex-república soviética. Recentemente, encontra-se na mira do imperialismo a fábrica de fertilizantes Belaruskali. Além disso, a oposicionista Sviatlana Tsikhanovskaia conclama os países imperialistas a tirar o seu país natal do sistema bancário Swift, impossibilitando-o de realizar transações bancárias internacionais.

Por fim, vale ressaltar que os oposicionistas utilizam uma bandeira alternativa, que possui as cores branco-vermelho-branco, bem diferente da bandeira verde e vermelha.  É válido lembrar que as atrocidades cometidas pelos nazistas contra a população de Belarus foram feitas com ajuda dos colaboradores que usavam essa bandeira. Além disso, esse símbolo é totalmente anti-soviético e pró-imperialista. Essa foi a bandeira escolhida pela burocracia que deu fim ao estado operário, levando a população à fome e à miséria. Por esses motivos, a bandeira branca-vermelho-branca é amplamente rejeitada pela população do país, que votou em referendo pelo retorno dos símbolos da Bielorrússia Soviética.

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