Ataques do imperialismo
Após desastre provocado por furacões, banco da Guatemala não libera doação russa ao povo guatemalteco
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Povo guatemalteco, vitima do desastre natural e do imperialismo. | Foto: Reprodução
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Povo guatemalteco, vitima do desastre natural e do imperialismo. | Foto: Reprodução

Enquanto vemos países como Venezuela e Cuba praticando solidariedade no combate às nossas tragédias atuais, como nos casos recentes de envio de médicos e oxigênio da Venezuela para o Brasil e a promessa de vacina e envio de médicos cubanos para os países mais pobres, o imperialismo expõe descaradamente suas maldades e desumanidade. Sabemos que o imperialismo é um estágio perverso do capitalismo, esse capitalismo caquético e imoral, que procura suprimir direitos, aumentar a exploração da mão de obra e dos recursos naturais do mundo, praticando a violência e implantando diversos tipos de ditadura, se preciso for, para manter o regime. Estamos constantemente sob ameaça.

Uma instituição bancária, braço financeiro do imperialismo, em plena pandemia, comete mais uma de suas barbaridades para impedir um socorro à Guatemala, país da América Central.

No mês de novembro de 2020 a Guatemala sofreu com os danos da ação dos furacões Eta e Iota na região. A região teve mais de 6,5 milhões de pessoas afetadas, com mais de 400 mil despejados, infraestrutura de saúde destruída e, segundo a OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde), uma estimativa de mais de 9 bilhões de dólares necessários para começar a recuperar a região. Para ajudar a Guatemala, o Governo russo, que mantem acordo de colaboração com o país, enviou uma ajuda humanitária, mas o banco receptor da ajuda a bloqueou. Parte dos recursos seria para a compra de purificadores de água.

Em nota, o Conselho de Administração do Parlamento Centro-Americano (Parlacen) rejeitou o bloqueio do banco, mas não anunciou o nome da instituição.

Segundo a presidente do Parlamento Centro-americano, Fanny Salinas, “o bloqueio à ajuda humanitária que a Federação Russa encaminhou conjuntamente aos atingidos pelos furacões Eta e Iota na América Central deve acabar”.

O parlamento lamentou ainda que essa ajuda tenha sido objeto de manobras para prejudicar os atingidos pelos furacões. O bloqueio da verba ou seu atraso é um atentado aos direitos humanos. As instituições imperialistas efetivamente não ajudam, praticam apenas demagogia e quando se vêem diante de quem quer ajudar prejudicam. O caso de Guatemala, que recebeu doação russa,  é um exemplo dos ataques dos capitalistas, que ainda manobram para não divulgarem o nome do banco.

O secretário geral do partido Alianza pela Democracia da República Dominicana, Carlos Sánchez, assim como sua conterrânea a deputada Martha Pérez , dentre outros líderes da região, criticaram a violação aos direitos humanos e se solidarizaram com o povo guatemalteco.

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