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Imperialismo espanhol prende líder catalão e persegue separatistas

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No dia 24 de março, sábado, o parlamento catalão suspendeu a posse de um novo presidente regional após a detenção do candidato separatista Jordi Turull. A decisão judicial de prender cinco separatistas coloca a Catalunha em um novo bloqueio político.

Já são nove os políticos presos. Todos separatistas que tentam levar a cabo a vontade do referendo popular de separação da Catalunha. O judiciário espanhol acusou 25 líderes separatistas, 13 deles por rebelião; esses acusados por rebelião podem pegar 30 anos de cadeia!

Agora o governo da Espanha está perseguindo os seis separatistas que estão no exterior. O ex-presidente regional Charles Puigdemont foi preso pela polícia finlandesa e que pretende extraditar Puigdemont.

Na sexta-feira, dia 23, os protestos foram muito fortes, quando milhões de catalães saíram às ruas para pedirem sua soberania. O protesto foi fortemente atacado pela polícia e terminou com 37 feridos.

O governo espanhol impediu já Jordi Sánchez (hoje preso), Puigdemont (que será preso) e pela terceira vez impediu um líder legítimo para o povo Catalão. Jordi Turull passava por uma segunda rodada de votações para confirmar sua posse.

Em matéria pela Agência Francesa de Imprensa (AFP)

“O candidato à Presidência da Generalitat (governo catalão) está na prisão junto com outros deputados desta Câmara”, constatou o presidente da Câmara catalã, o separatista Roger Torrent.

A Catalunha já está sendo controlada pelo governo espanhol, desde o plebiscito no qual a imensa maioria do povo catalão decidiu pela independência do governo espanhol. O governo imperialista espanhol vai continuar a reprimir duramente e a prender os separatistas: prisões políticas de medidas ditatoriais.

A Espanha é composta por 17 regiões autônomas, mas está usando de um dispositivo constitucional que autoriza o poder central a intervir com o uso da força qualquer dessas regiões. Não existe autonomia real.

Como colocado no DCO:

O imperialismo internacional enfrenta forte crise de desagregação, notadamente aqueles menos poderosos como o espanhol. As contradições só aumentam. Ao opor-se à independência da Catalunha, mesmo após 90% dos votos da população ser favorável à independência, escancara ainda mais a decomposição do sistema

Só podemos nos opor a toda ação imperialista contra o povo catalão.

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