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A luta contra o povo
Imperialismo envia forças internacionais para reprimir povo chileno
Imperialismo e governo chileno pretendem somar forças na repressão contra as mobilizações populares que atingem todo país. Com a crise, imperialismo teme que revolta se expanda.
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A luta contra o povo
Imperialismo envia forças internacionais para reprimir povo chileno
Imperialismo e governo chileno pretendem somar forças na repressão contra as mobilizações populares que atingem todo país. Com a crise, imperialismo teme que revolta se expanda.
Fora imperialismo da América Latina!
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Fora imperialismo da América Latina!

Intermediado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o governo chileno comandado pelo direitista Piñera, figura odiada por toda população, iniciou algumas negociações com alguns dos principais países imperialistas do mundo, como a França e Inglaterra.

Estas negociações no entanto não se dão sob a esfera de meras negociações econômicas e sim da formação de um pacto que visa utilizar as máquinas de guerra imperialistas como uma força para auxiliar o governo chileno no combate as manifestações populares.

O governo chileno deseja receber uma “ajuda” dos países imperialistas para o endurecimento da repressão contra o povo rebelado. Com isso, os países imperialistas forneceriam uma série de ajudas técnicas, como por exemplo escolas para o ensino de maneiras mais eficientes de se combater situações como estas e até mesmo estratégias, apoio tático, reforço material etc. O plano é endurecer a repressão por todo país, agora com a interferência explícita  imperialismos  francês e inglês.

O uso dos serviços de inteligência destes países, conhecidos pelo alto grau de experiência no massacre de muitos povos mundo agora, é um elemento crucial para o governo chileno conseguir tentar se sustentar. Com o povo totalmente rebelado por todo país, Piñera recorre ao imperialismo, deliberando uma crescente escalada na repressão.

O interesse do imperialismo chama a atenção, pois em situações normais não se veria uma intervenção aberta de países como França e Inglaterra na América Latina. A crise mundial do capitalismo e o estado de ebulição que todo continente latino americano se encontra, é um fator essencial que leva a todo mundo seguir seu exemplo. No entanto, convém lembrar que o precedente já havia sido aberto por Bolsonaro, em torno do problema da Amazônia, que atiçou o imperialismo francês.

Os países imperialistas vêem com grande preocupação o que ocorre na América Latina. Após os golpes de Estado, uma tentativa direta de se controlar a região e esmagar o povo, os imperialistas viram todo o continente fugir de seu controle. Aos milhões as populações saem as ruas pedindo a derrubada dos regimes políticos direitistas, mostrando a profunda radicalização política.

Hoje, a América Latina é a região no mundo onde mais está em alta o movimento de rebelião popular. O povo já está nas ruas há semanas e a situação só se agrava. Contudo, tal situação tende a não parar por aí, pois com esta grande luta cada vez mais aberta travada entre o povo trabalhador e o imperialismo, uma crise de características revolucionárias pode se concretizar e se alastrar, aterrorizando a burguesia mundial.

Sendo assim, o imperialismo pensa já a um passo na frente, e como forma de conter o que pode vir a ser uma revolução continental, utiliza-se de todo seu aparato bélico para esmagar o povo latino americano.