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O cerco de Biden

Imperialismo faz com que Rússia e China recuem de suas posições

Biden organiza cerco para desestabilizar Rússia e China pela influência e mercado mundial, nem que pra isso sejam necessárias novas ondas de guerra

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Biden, Putin e Xi Jinping – Nikkei

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Está sendo preparada pelo governo Biden uma provocação à Rússia e a Putin, bem como também à China, para que ambos recuem de suas posições de enfrentamento ao domínio global do imperialismo de conjunto.

O caso da Bielorrússia é uma mostra da movimentação dos Estados Unidos da América. Uma região rica de grandes jazidas de potássio e de potencial mercado, altamente cobiçada pelo imperialismo especialmente por sua posição geopolítica.

A Bielorrússia pertence a uma das principais rotas de passagem do gás e do petróleo Russo para a Europa, o que se faz necessário para os EUA, a desestabilização da região, para colocar a Europa ainda mais nas mãos da OTAN. 

Neste país, desde a reeleição do presidente Alexander Lukashenko (no poder desde 1994) no meio do ano passado, tem surgido manifestações de rua na maioria de extrema-direita, alguns nacionalistas, mas com pouca expressão da esquerda, hostis à Rússia e grande parte pró-EUA, como o Partido da Frente Popular Bielorussa (PFPB), a Democracia Cristã, a Frente Jovem e o partido “Pela Liberdade”.

O ataque em movimento por parte dos EUA a Putin, dá mostras de ser um cerco, da mesma maneira que o caso da Bielorrússia, utilizando a oposição interna para abertura de uma ofensiva por parte da OTAN, ou impulsionar, em um dado momento, conflitos militares por procuração, por milícias ou tropas irregulares, utilizando outros países, como no caso da Síria.

A Síria, hoje, é um país destruído, com o território todo fragmentado, com milhões de refugiados, e grande parte da indústria desmontada e enviada à Turquia, além de forças invasoras lideradas pelos EUA saquearem diariamente os escassos recursos da população faminta.

Uma devastação da guerra econômica levada a cabo pelos EUA e pela União Europeia desde 2012, na imposição subsequente de sanções ao petróleo sírio e a todo o povo, que mesmo após melhores de bombardeios, como em janeiro deste ano promovido por Joe Biden no leste da Síria, não conseguiram dobrar a resignação da classe trabalhadora síria. 

Como exemplo, a “Lei César”, em vigor desde junho do ano passado, em que os EUA, através de seu Departamento do Tesouro, iniciou a sanção de qualquer empresa ou instituição que negocie com o Estado sírio, uma ameaça principalmente à Jordânia, que teme ser colocada na lista negra” por parte das constantes ameaças de Israel.

No caso chinês, as mostras do cerco sobre a influência do País na economia global foi o boicote às Olimpíadas de Inverno da China em 2022, que sob o pretexto de perseguição religiosa do país contra um grupo muçulmano chinês, os iurgures, a Comissão de Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos junto a Biden iniciou ataque ao evento pela presença de certo “genocídio” religioso. 

Não é de agora que o imperialismo de conjunto barra o desenvolvimento da Rússia e China na geopolítica mundial, países em constante desenvolvimento de independência econômica e bélica. Situação que o Brasil também alcançou antes do golpe de Estado de 2016, com a descoberta das bacias de petróleo com o desenfreado aumento do PIB.

Assim, o caso brasileiro é a prova de que tudo o que puder sair do controle dos EUA e do imperialismo de conjunto, o cerco será armado e atacado, ainda por cima com a situação instável em que a crise econômica e a pandemia do coronavírus proporciona ao bloco burguesia internacional, como mostrou a esmagadora vitória nas votações para a Constituinte no caso do Chile nas últimas semanas, em que a tendência está para a esquerda.

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