Mais um golpe?
Setores da burguesia lutam entre si em Santa Catarina, e assim como no Rio, um novo golpe está sendo preparado contra o governador reacionário
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Governador Moisés (PSL) pode ser o próximo a cair. | Foto: Reprodução

No dia 30 de julho, foi aberto oficialmente o processo de impeachment contra o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés, a respeito da fraude na compra de respiradores para o combate à pandemia vindos da China.

O processo foi aberto na Alesc (Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina), após meses de acusações e rachas internos dentro do próprio governo estadual, como por exemplo, a vice-governadora, Daniela Reinerh, que havia declarado oposição à Moisés.

O governador logo recorreu, porém, o ministro Luís Barroso, do Supremo Tribunal Federal, derrubou a liminar e retomou o caso, e agora, o mesmo oficializou outra decisão que torna necessária duas votações para que ocorra o afastamento dos denunciados.

Agora, nesta quinta-feira (3), um novo pedido de impeachment foi feito contra a chapa Moisés-Reinerh, que foi aceito pela Alesc.

A situação do governo, de muito lembra a já imposta ao governo estadual do Rio de Janeiro, onde Wilson Witzel foi oficialmente afastado do cargo de governador por meio de um processo de impeachment.

No caso do Rio de Janeiro, a ação bolsonarista foi clara na derrubada do governador, que desde o início do ano estava com conflitos de interesse com o governo federal. Contudo, o caso catarinense é um pouco mais obscuro.

Moisés de fato não se vê apoiado pelas bases bolsonaristas no estado. Alguns protestos chegaram a ser realizados no passado, justamente por seus próprios eleitores, que elegeram Moisés, assim como Witzel, durante a fraude nacional que colocou Bolsonaro no poder.

Vale lembrar que Moisés estava atrás até mesmo do candidato do PCO durante o período eleitoral, ultrapassando todos nas últimas semanas em uma grande fraude.

Agora, setores da burguesia visam descartar o governo que já apresentou rachas tanto com a burguesia local quanto aos setores bolsonaristas.

O processo de impeachment é mais um golpe realizado pela burguesia, agora, contra um próprio elemento da mesma classe social. Mostra-se assim que Moisés, e Witzel, nada mais erram que meras ferramentas e com popularidade artificial.

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