Um governo covarde
Seguindo a cartilha dos nazistas, governo golpista de Jair Bolsonaro aprofunda ataques contra a população e empurra até mesmo os deficientes para a miséria absoluta.
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Idosos e deficientes terão mais dificuldades para obter o BPC | Créditos: Reprodução

A extrema-direita não mede esforços para esmagar os oprimidos, pisotear os mais pobres e incapacitados. Seguindo a cartilha dos nazistas, governo golpista de Jair Bolsonaro aprofunda ataques contra a população e empurra até mesmo os deficientes para a miséria absoluta. Em novo decreto, Bolsonaro planeja dificultar ainda mais o acesso a cerca de 2 milhões de benefícios destinados a idosos e deficientes.

Não é difícil perceber a quem Bolsonaro serve e quais interesses ele representa. Desde o início da pandemia, a pilhagem do erário vem ampliando a riqueza da burguesia financeira e monopolista, ao passo que a população sofre dia após dia com a falta de condições básicas de sobrevivência para lidar com essa pandemia. Chegamos aos 130 mil mortos e o fascista Jair Bolsonaro solta gargalhadas com a situação da população! Ao contrário do combate ao coronavírus, quando se trata de atacar a população o fascista é rápido. A medida proposta começou a ser implementada logo que as agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) abriram; sendo a abertura iniciada nessa segunda-feira, 14.

Segundo membros do governo golpista, o objetivo é endurecer a regulamentação ligada à avaliação dos critérios do BPC (Benefício de Prestação Continuada). De acordo com os cálculos dos golpistas, essa mudança pode cancelar pelo menos 50 mil beneficiários por mês. As desculpas são as mesmas: evitar o pagamento indevido às pessoas que não deveriam receber o auxílio. Evidentemente, não é esse o caso. A burguesia, como relatamos diariamente no Diário Causa Operária, age como uma rapina, desviando todos os recursos do Estado para si.

O auxílio, equivalente a um salário mínimo (R$ 1.045), pago a idosos com mais de 65 anos e pessoas deficientes, já exige uma situação calamitosa para ser implementado. Para recebê-lo, é preciso se enquadrar em um limite de até R$ 261,25 de renda per capita, por família (isto é, um quarto do mísero salário mínimo). Embora o Congresso tenha ampliado o benefício para pessoas que ganham até meio salário mínimo (ou seja, R$ 522,50), o Superior Tribunal Federal (STF) foi contrário e manteve o valor estipulado por Bolsonaro e seus asseclas.

Não há o mínimo interesse político em possibilitar uma vida minimamente digna nem mesmo aos idosos e deficientes. Para os golpistas, esses setores são subprodutos da exploração que os capitalistas fazem todos os dias da força de trabalho dos trabalhadores, sendo, portanto, descartáveis. Essa política criminosa, por sua vez, pretende retirar esses benefícios e dificultar ainda mais o acesso aos beneficiários. Na prática, Bolsonaro está condenando idosos e deficientes à morte e à completa exclusão social.

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