Internacional
O Parlamento húngaro aprovou uma série de medidas que retiram direitos da população LGBT, como proibição de adoção e restrição da noção de família.
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Direita húngara desfere ataques aos direitos democráticos da população LGBT. | AP - Czarek Sokolowski

O Parlamento da Hungria, dominado pela extrema-direita, aprovou nesta terça-feira (15) uma lei que proíbe a adoção de filhos  por parte de casais homoafetivos. Conforme a lei proposta pelo governo fascista de Viktor Orbán, somente pessoas casadas podem adotar crianças. Pessoas solteiras precisam de uma autorização do ministério responsável pelos assuntos da família.

Além disso, foram feitas alterações na Constituição de 2011. O noção jurídica de família se restringiu e agora é “baseada no casamento e na relação entre pai e filhos.  A mãe é uma mulher, o pai é um homem”. Uma alteração determina que os pais criem os filhos no que especifica como “cultura cristã”.

No mês de maio, o Hungria proibiu a mudança de sexo em documentos pessoais. A noção de diversidade de orientação e gênero presente nos livros infantis tornou-se alvo de questionamento por parte do governo.

O conjunto de alterações na Constituição representa um ataque frontal aos direitos democráticos da população LGBT.

 

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