Rio de Janeiro
Hospiotal na zona norte possui superlotação, taxa de letalidade de 30% para os casos de COVID-19, maqueiros tendo de comer perto do necrotério e corpos sem refrigeração armazenados
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O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, fala após cerimônia em comemoração ao Dia da Vitória e Imposição da Medalha da Vitória no Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro.
Bolsonaro, Crivela e Witzel |

Da redação – O  Hospital Municipal Salgado Filho, na zona norte do Rio de Janeiro, está tendo de armazenar os corpos das pessoas mortas por COVID-19 em locais sem a refrigeração adequada. O hospital conta também com denuncias de que os maqueiros têm de fazer suas refeições próximos ao necrotério do hospital.

O sucateamento da saúde pública no Brasil é o que está levando a essa catástrofe sem precedentes no país. A taxa de mortes de 30% dentre a população que é encaminhada para o setor destinado a lidar com o COVID-19, a falta e a má qualidade da ventilação e muitos outros problemas têm sido levantados pelos trabalhadores do hospital.

 

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