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Mais um golpe da NED
Hong Kong: extrema-direita dos EUA financia “protestos” contra China
A fundação do congresso americano, NED, está por trás das manifestações de Hong Kong, uma organização responsável pelos principais Golpes de Estado nos últimos anos
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Mais um golpe da NED
Hong Kong: extrema-direita dos EUA financia “protestos” contra China
A fundação do congresso americano, NED, está por trás das manifestações de Hong Kong, uma organização responsável pelos principais Golpes de Estado nos últimos anos
Manifestantes em Hong Kong com a bandeira norte americana. (crédito ao South China Morning Post)
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Manifestantes em Hong Kong com a bandeira norte americana. (crédito ao South China Morning Post)

Os “protestos” de Hong-Kong continuam tentando desestabilizar o governo chinês. O movimento por trás das ações é apresentado pela grande imprensa como um grupo de estudantes, mas trata-se de uma um produto exportado diretamente dos laboratórios do imperialismo norte-americano.

Os líderes dos protestos foram flagrados tendo reuniões com congressistas dos EUA, as manifestações são repletas de bandeiras americanas e do império britânico, além de cartazes pedindo a intervenção de Dolnald Trump. Se já não fosse o bastante para comprovar o caráter artificial golpista dessas manifestações, a imprensa alternativa internacional descobriu recentemente que o NED estaria por trás do financiamento desses grupos.

A NED, National Endowment for Democracy (Fundação Nacional pela Democracia), é uma fundação financiada pelo congresso norte-americano, criada nos início dos anos 80, durante o governo de Reagan. Seu principal objetivo é servir de fachada para as manobras da CIA, cujos golpes nas décadas precedentes escandalizaram o mundo inteiro.

Atualmente o NED encontra-se responsável por financiar os grupos paramilitares de extrema-direita na Venezuela, ter financiado os golpe na Nicarágua e os neonazistas ucranianos. As táticas dos protestantes de Hong Kong são as mesmas usadas contra Maduro; confronto direto com a polícia para gerar uma reação que incrimine os governos locais. Molotoves e bombas improvisadas fazem parte de uma tática altamente organizada que comprova que houve um treinamento e não trata-se apenas de manifestantes “apartidários” “pacíficos” e “espontâneos” como tenta nos convencer a imprensa imperialista.