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Tomou posse nesta sexta-feira (2) o novo chefe da Polícia Federal, Rogério Galloro, indicado pelo setor mais direitista dos golpistas, que neste momento tem Sérgio Etchegoyen como figura mais forte no governo.

A nomeação faz parte de uma das primeiras medidas de Raul Jungmann, chefe do recém-criado Ministério da Segurança Pública, que agora comanda a Polícia Federal e foi criado com grande influência dos militares.

O novo chefe assume o lugar de Fernando Segovia, que era homem de confiança de Temer e ficou apenas três meses no cargo, evidenciando a fraqueza desse setor do governo golpista.

Já em sua primeira entrevista, Galloro deixou bem claro que a Lava Jato “continua forte”, ou seja, teremos mais perseguição política vindo pela frente. Durante todo o seu discurso, o novo diretor-geral deu bastante ênfase ao “combate à corrupção”, área que será “prioridade” da nova gestão.

O policial, que teve metade de sua carreira atuando nos Estados Unidos, inclusive como representante da PF em Washington, afirmou ainda que será necessário uma integração maior entre os órgãos de repressão para “combater o crime”. É um discurso totalmente afinado com a ladainha militar de que vivemos em uma situação fora de controle, e somente um endurecimento da atuação das polícias e Forças Armadas, de uma maneira integrada (ou seja, controlada pelos militares) irá dar jeito.

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