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Na madrugada do dia 31 de março de 1964, há exatos 54 anos, setores golpistas do Exército Brasileiro, amplamente majoritários à época, marcharam de Juiz de Fora (MG) à cidade do Rio de Janeiro, com a finalidade de derrubar o governo nacionalista de João Goulart. Com essa manobra, tinha início o famigerado Golpe Militar de 1964.

Liderados pelos generais Olímpio Mourão Filho e Costa e Silva, o exército e a direita anticomunista valeram-se de três decretos progressistas, assinados naquele mesmo mês de Março pelo então presidente, para deflagrar o golpe. As medidas tratavam da reforma agrária, da nacionalização do petróleo e da fixação estatal do valor de aluguéis.

A afronta à soberania popular e à Constituição não foi a primeira do século passado. Foi, em verdade, o quarto golpe daquele conturbado período, somando-se aos de 1930, 1937 e 1945. Contudo, este teve um caráter notavelmente mais agressivo que os antecedentes, durante todo o período mais tenso da chamada guerra global travada entre a União Soviética e os Estados Unidos; a Guerra Fria.

Muitas duras lições dadas à classe trabalhadora pelo Golpe de 64 não foram devidamente assimiladas. Mais de meio século depois e os setores da esquerda pequeno burguesa capitulam ou hesitam ante o irmão mais novo daquela aberração institucional. Por isso, é preciso denunciar incansavelmente o retrocesso do golpe ora vigente.

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