Hoje em Brasília
Defender a Revolução Cubana e se solidarizar e apoiar as mobilizações das massas na América Latina
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Cuban President Raul Castro (L) waves next to First Vice-President Miguel Diaz-Canel (C) during a National Assembly session that will select Cuba's Council of State ahead of the naming of a new president, in Havana on April 18, 2018.
Cuban President Raul Castro steps down Thursday, passing the baton to a new generation in a transition that brings to a close the Castro brothers' six-decade grip on power. The 86-year-old has been in power since 2006, when he took over after illness sidelined his brother Fidel, who seized power in the 1959 revolution. / AFP PHOTO / STR
Diaz e Castro, dirigentes cubanos |

A Central Única dos Trabalhadores, CUT-DF, o Fórum de Solidariedade Internacional e demais entidades de defesa da revolução cubana estarão realizando, nesta quarta-feira, dia 30 de outubro, um grande ato de solidariedade ao povo cubano, para protestar e exigir a suspensão do hediondo bloqueio econômico que o imperialismo vem impondo, de forma criminosa, à ilha socialista caribenha.

Há sessenta anos, Cuba vem sofrendo não só sanções econômicas por parte do imperialismo ianque, como um sem número de ameaças de golpe e intervenções militares, em represália ao destino escolhido por seu próprio povo, ou seja, a sua auto-determinação como nação soberana. Mesmo diante de todas as dificuldades e limitações impostas pelo inimigo imperialista, Cuba se afirma no continente como exemplo para os demais povos que lutam contra a submissão e o jugo imposto pelos exploradores belicistas do Norte.

O ato acontecerá na zona central de Brasília, às 15h, na Catedral, onde haverá uma concentração já no início da tarde. O ato assume particular importância neste momento, pois toda a região da América Latina encontra-se convulsionada, onde se verifica em vários países do continente latino uma gigantesca sublevação popular, com os povos rebelados em luta no Equador, Bolívia, Chile, Uruguai e Haiti, na América Central, região do Caribe.

O que vem sendo posto em questão com as gigantescas mobilizações de massas que ocorrem neste momento em vários países são as políticas econômicas neoliberais que vem sendo aplicadas pelos governos servis ao imperialismo, que busca descarregar sobre as massas empobrecidas do continente o ônus da crise capitalista aberta em 2008, que nunca foi estancada.

Neste contexto, assume importância ainda maior a defesa das conquistas sociais das massas diante da ofensiva do imperialismo, que busca intervir em todos os países da região para instalar governos servis e obedientes ao receituário neoliberal do grande capital, em crise profunda em todo o planeta. A exigência do fim do bloqueio e das sanções econômicas a Cuba se combina, neste sentido, com a luta em defesa da sua revolução e das conquistas sociais do Estado cubano.

Nesta perspectiva, o ato deve se posicionar claramente não só em defesa da revolução cubana, exigindo a imediata suspensão do bloqueio e das sanções econômicas contra a ilha socialista, mas também em defesa da revolução bolivariana na Venezuela; contra as ameaças de intervenção militar do imperialismo no país vizinho, como deve ter um posicionamento claro também em defesa dos povos que estão em luta contra os governos fantoches da Casa Branca e de Washington, a favor das mobilizações que ocorrem no Chile, na Bolívia, em defesa da legitimidade de mais um mandato para o presidente eleito Evo Morales, contra as tentativas de golpe da extrema direita da região de Cochabamba e Santa Cruz de La Sierra, redutos da direita boliviana; em defesa e solidariedade ao povo equatoriano e ao povo uruguaio; pela sublevação do povo peruano, que se vê oprimido pelas manobras da direita, que deseja a instalação der uma ditadura no país.

O Partido da Causa Operária se soma à iniciativa e dirige um chamando a todos os setores democráticos e progressistas, os partidos de esquerda, as demais entidades de luta dos trabalhadores, os sindicatos, a juventude, para estarem presentes ao ato de repúdio ao boicote do imperialismo e de solidariedade à Cuba e aos demais povos da América Latina que lutam em defesa dos seus direitos e conquistas e contra os governos reacionários e direitistas, fantoches do imperialismo.

 

 

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