Medicação fraudulenta
Estudo realizado entre os principais hospitais do país revela que a hidroxicloroquina, mesmo se combinada com azitromicina não contribui em nada para o tratamento da Covid-19
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hidroxicloroquina caixa
Embalagem de sulfato de hidroxicloroquina | Foto: Divulgação

Estudo realizado pela Coalizão Covid-19 Brasil, formada pelos principais hospitais do país, entre eles o Albert Einstein, o Sírio Libanês e outros – concluiu que a aplicação do medicamento hidroxicloroquina, com ou sem a adição da azitromicina não apresenta nenhuma alteração no quadro da doença em pacientes com diferentes estados de gravidade.

O estudo foi feito com 667 pacientes, em 55 hospitais diferentes do Brasil. Os pacientes estavam em estado de leve a moderado de gravidade da doença. Eles foram divididos em três grupos, um que recebia a hidroxicloroquina, outro que a recebia em conjunto com a azitromicina e outro que não recebia nenhuma das duas medicações. Foi concluído que não houve melhora ou alteração de nenhum tipo no estado dos pacientes com a aplicação das substâncias.

Com relação aos efeitos colaterais, foi observado que uma parcela dos pacientes que receberam a hidroxicloroquina tiveram prolongamento do intervalo QT, uma alteração no ritmo cardíaco que pode levar a arritmias graves. Cerca de 16% dos pacientes que receberam o medicamento tiveram essa alteração.

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