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Ditadura sionista
Hamas denuncia: “Israel não é um país democrático”
Para o Hamas, as manifestações em Gaza são apenas uma resposta ao cerco brutal que Israel está promovendo na Palestina
Deputy Hamas chief Moussa Abu Marzouk gestures during an interview with Reuters in Gaza City
Ditadura sionista
Hamas denuncia: “Israel não é um país democrático”
Para o Hamas, as manifestações em Gaza são apenas uma resposta ao cerco brutal que Israel está promovendo na Palestina
Líder do Hamas, Abu Marzouk. Foto: Mohammed Salem/Reuters
Deputy Hamas chief Moussa Abu Marzouk gestures during an interview with Reuters in Gaza City
Líder do Hamas, Abu Marzouk. Foto: Mohammed Salem/Reuters

Da redação – Em entrevista para Al Jazeera, Mousa Abu Marzouk, líder do Hamas, falou sobre a reação de sua organização em relação às eleições israelenses e como esse fato pode impactar nos territórios palestinos que estão ocupados.

Para o líder do Hamas, a sociedade israelense vem caminhando cada vez mais à direita desde meados dos anos 1990, onde judeus e a extrema-direita acreditam numa “grande Israel”, que vai além da histórica Palestina, e explica que Israel, na verdade, não é um país democrático. Ele ainda afirma que o grupo político apoia a existência de um estado palestino na Cisjordânia, Gaza e Jerusalém, assim como o retorno dos refugiados, essa é a solução que o grupo vem buscando.

Marzouk acredita que mesmo os países árabes que possuem laços com Israel não o fazem porque querem, mas sim, por que são constantemente pressionados pelo imperialismo norte-americano, além de serem ludibriados pelas promessas de apoio político feitas pelo governo de Israel e isso se dá, principalmente, porque ao longo de anos os palestino vêm sendo enfraquecidos pelas manobras dos países imperialistas, que nunca deixaram de intervir na política do Oriente Médio.

O líder do Hamas ainda dá um alerta a povo árabe, afirmando que o que vem acontecendo com o povo palestino pode muito bem acontecer com eles e que devem “aprender com a história e o passado.” Sobre os protestos que estão acontecendo em Gaza, na fronteira com Israel, ele dá o contexto explicando que, em parte, são manifestações pacíficas, além de serem apenas uma resposta ao cerco brutal por parte de Israel.