Tortura e assassinato
Organizações haitianas responsabilizam militares por casos de estupro e doenças no país durante ocupação militar
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Presidente Jair Bolsonaroparticiap do lançamento da Agenda Mais Brasil acompanhado pelos ministros Paulo Guedes (Economia) Baraga Neto (Casa Civil), general Heleno, no Palácio do Planalto.  Sérgio Lima/Poder360 04.02.2020
Jair Bolsonaro e Heleno | Sérgio Lima/Poder360

A Plataforma Haitiana de Desenvolvimento Alternativo, uma entidade que reúne diversas organizações sociais haitianas, publicou um documento nesta última semana em que exige que a Organização das Nações Unidas (ONU) se responsabilize pelos milhares de casos de estupros e pela proliferação de cólera no país durante a ocupação militar, entre 2004 e 2017.

Nesse período, entre os anos de 2004 e 2005, a missão foi comandada pelo então general Augusto Heleno, que hoje está na reserva e ocupando o cargo de ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do governo golpista de Jair Bolsonaro.

Além de estupro, também acusam os soldados de terem levado ao país a doença de cólera através dos exércitos dos países sul-americanos que, segundo estatísticas, infectaram mais de um milhão de pessoas, levando à morte mais de 10 mil destas.

Diversos casos de massacres e assassinatos no país ocorreram durante o período de comando do general brasileiro. Em audiência na Câmara dos Deputados, na época, o general afirmou que não havia dúvidas de que casos assim tinham ocorrido.

 

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