Crise humanitária
Sob cerco genocida e bombardeio intenso, capacidade do sistema de saúde do Iêmem consegue atender menos 50% capacidade e conta com limitados meios de combater coronavírusFo
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Yemeni medics and rescue workers carry a body on a stretcher amid the destruction at the site of reported airstrikes by Saudi-led coalition air-planes in the capital Sanaa on October 8, 2016.
Rebels in control of Yemen's capital accused the Saudi-led coalition fighting them of killing or wounding dozens of people in air strikes on Sanaa. The insurgent-controlled news site sabanews.net said that coalition planes hit a building in the capital where people had gathered to mourn the death of an official, resulting in
Foto: Arquivo/DCO |

Da Redação
Em meio a pandemia do coronavírus, a Árabia Saudita segue bombardeando o Iêmem, atingindo  também e de maneira indiscriminada civis do país árabe mais pobre do mundo. Segundo reportagem do The Guardian, só a Inglaterra teria contribuído para a matança de cidadãos do Iêmem com mais de US$15 bilhões em armas.

Como resultado, menos de 50% do sistema de saúde do país está funcionando, porém sob severas restrições, que incluem também a limitada capacidade de realizar testes, poucos equipamentos  de EPI para os  profissionais da saúde e respiradores. Até o momento, um caso de contágio foi registrado no Iêmem mas é esperado que o número real seja imensamente maior.

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