Sem política na eleição
Polícia militar ameaça militantes e apreende materiais de fora Crivella no Rio de Janeiro
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Guarda municipal repressiva | Foto: Reprodução

Na penúltima sexta-feira (9/10), a guarda municipal do prefeito bolsonarista do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), reprimiu de forma truculenta militantes do PCdoB que realizavam uma atividade eleitoral e distribuiam materiais de fora Crivella no metrô do Flamengo.

A guarda confiscou os materiais e a banquinha da militância sem falar para qual local seriam levados, ameaçou a assessora do grupo levantando voz de prisão e até mesmo rasgando a bandeira das companheiras que realizavam a atividade.

“A guarda municipal truculenta do Crivella levou nossa banquinha. Mesmo respaldadas pelo TSE e TRE, com contato de advogados, CNPJ, respeitando a passagem, a guarda arrancou nossa bandeira, a rasgou e levou a banquinha. Estávamos panfletando pacificamente na saída do metrô, e depois de mostrarmos todo o nosso respaldo legal para estarmos ali, eles ficaram nervosos e saíram levando nossas coisas sem sequer dizer para onde iriam”, denunciaram as militantes numa publicação em rede social.

O ocorrido mostra o caráter fascista das guardas municipais – que na prática agem como a polícia militar – e mostra também o único motivo real para a existência das policias do governo no geral, a repressão à população pobre.

O caso também é mais um exemplo do caráter antidemocrático da atual eleição, que é a mais fraudada desde a ditadura militar, onde ocorrem uma série de regras impostas pela burocracia judicial para controlar as eleições. Um exemplo que pode ser usado é o caso de Maceió-AL, onde o cartório eleitoral se recusou a registrar a candidatura do PCO à prefeitura e um sevidor do cartório ofendeu o militante do Partido que foi registrá-la, o chamando de “massa de manobra”. Fica mais do que claro que essa eleição é baseada em uma ditadura do sistema judiciário.

Além da ditadura geral nas eleições, a polícia sempre atua como orgão de repressão contra a população. para combater isso a esquerda deve se mobilizar pela extinção da Polícia Militar e pela criação de milícias populares nos bairros para realizarem a auto-defesa.

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