Grupo de Lima, um grupo artificial para substituir a OEA como instrumento político do imperialismo nas Américas

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A Organização dos Estados Americanos (OEA), desde o princípio foi um órgão criado pelo imperialismo norte-americano para obter controle e poder político sobre países da America Latina e assim impor sua política golpista e de austeridade do imperialismo. A partir do momento em que os EUA passaram avançar no que diz respeito a ameaças contra a Venezuela, prontamente a organização assumiu seu caráter golpista, até o país latino perder sua representação na mesma como demonstrativo dessa política de barbárie

Fato é, à medida que a situação política se acirrou e ao mesmo tempo a organização ficou desmoralizada diante dos ataques que promoveu na America Latina, com essa situação colocada foi necessário para o imperialismo criar um novo artifício político para ter controle sobre a América Latina. Com isso, os golpistas internacionais passaram a usar como instrumento político, o Grupo de Lima, na tentativa logicamente de ter sucesso no golpe de Estado na Venezuela, isso se comprova uma vez que o grupo composto por 14 países criado em 2017, é representado por regimes golpistas e pelos grandes capitalistas.

Fica claro como o grupo dos capachos do imperialismo representam totalmente a política norte-americana, os EUA não compõe o grupo, mas ainda assim é um dos participantes mais assíduos de reuniões da cúpula golpista. Esse grupo foi criado de maneira artificial, cuja único objetivo é o de levar a política de promover um golpe de Estado na Venezuela e até mesmo em toda a America Latina.

Esses são os meios que a burguesia se utiliza para volta e meia continuar tendo controle político sobre países que possuem grande possibilidade de desestabilizar o regime capitalista. Portanto, o Grupo de Lima não passa de mais um aparato do imperialismo para atacar a America Latina e para substituir uma organização saturada que anteriormente era seu instrumento político. Esses são os mecanismos da burguesia para manter sua dominação política.