Atos no dia da Independência
Tradicional marcha realizada na sequência dos desfiles militares em comemoração à Independência foi menor mas marcada pelo repúdio ao governo golpista
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
grito dos excluidos PCO
Militantes do PCO participaram do ato ocorrido nas principais cidades brasileiras | Foto: Arquivo/Causa Operária

Diversos são atos são realizados desde a manhã desta segunda-feira (7) como parte da programação da 26ª edição do Grito dos Excluídos, que tem como lema “Basta de miséria, preconceito e repressão! Queremos trabalho, terra, teto e participação!”. A programação inclui manifestações em cidades de pelo menos 18 estados e no Distrito Federal.

Em São Paulo, houve manifestação na Praça Oswaldo Cruz, na Avenida Paulista, com o lema “Fora, Bolsonaro! Queremos Trabalho, Terra, Teto e Pão!”. O ato foi iniciado com fala do Pastor Ariovaldo Ramos, que apontou para o que chamou de “irresponsabilidade de um Estado omisso” ao contestar a postura de autoridades públicas em relação à pandemia.

No Rio de Janeiro, o Grito dos Excluídos teve uma edição especial da “Marmita solidária”, com distribuição de 550 refeições na capital e no sul fluminense. Os alimentos são produzidos em assentamentos organizados pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) e a feijoada popular foi preparada com base na safra agroecológica do assentamento PDS Osvaldo de Oliveira.

Ação semelhante à do Rio foi promovida em Curitiba, com o Sindipetro e o MST distribuindo 2 mil marmitas nos bairros de Vila Formosa, Portelinha, Jardim Santos Andrade e Praça Tiradentes. Até quarta-feira (9), devem ser entregues 5 mil refeições na capital paranaense.

Em Recife, o ato presencial contou com uma homenagem a Dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito de São Félix do Araguaia (MT) morto em 8 de agosto.

Uma performance relacionada ao lema #VidasNegrasImportam foi representada por Lidi Leão e Daniel Pereira, com maquiagem de José Regino, no ato realizado em Brasília (DF). Instalações também alertaram para o sucateamento do setor da cultural no Brasil, com manifestações de apoio aos profissionais da saúde.

Em Fortaleza, a manifestação aconteceu no Aterro da Praia de Iracema e contou com homenagem aos mortos pela pandemia de covid-19.

Personalidades também se manifestaram nas redes sociais em apoio à mobilização. “O Brasil, governado por um presidente que bate continência pra bandeira dos EUA e tem como lema ‘Brasil e EUA acima de tudo’, infelizmente não tem nada a comemorar no Dia da Independência. Hoje não é dia de festa, é dia de luta. #gritodosexcluídos #ForaBolsonaro“, postou, em seu perfil no Twitter, o ex-senador Lindbergh Farias.

“Vamos todos gritar contra o feminicídio, o racismo e a LGBTfobia. Basta de miséria, preconceito e repressão! Queremos trabalho, terra, teto, participação e respeito aos direitos humanos”, escreveu o deputado distrital (Psol-DF) Paulo Félix.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas