Roubo via satélite
Jair Bolsonaro assinou decreto autorizando a regularização de terras públicas griladas na Amazônia por meio de imagens de Satélite
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O Roubo por imagem de satélite | Foto: Reprodução

Jair Bolsonaro assinou decreto autorizando a regularização de terras públicas griladas na Amazônia por meio de imagens de Satélite, ou seja a legalização da grilagem remota.

O decreto já estava em estudos desde meados de 2020, e Bolsonaro resolveu dar um presente de Natal a todo tipo de invasor de terras públicas, exceto o trabalhador rural sem terra, que é claro quem mais precisa delas.

Terras de até 280 hectares poderão ser vistoriadas por satélite sem a necessidade de que a vistoria seja feita presencialmente pelos servidores públicos das áreas responsáveis.

A justificativa para tal absurdo segundo o governo é que sem o título da terra não se pode punir os desmatadores da floresta. Oi?!?

Então temos um absurdo justificando outro, se estão roubando a terra vamos dar as terras aos ladrões e assim oficializar o roubo.

Enquanto as ações de proteção contra queimadas e desmatamento são paralisados por falta de verba, a regularização das terras griladas segue a todo vapor.

Após anos e anos de construção de rede de proteção da Amazônia todos esses recursos tecnológicos vão ser usados para destruí-la.

Segue Bolsonaro passando a boiada sobre toda a população e seus direitos, enquanto isso a esquerda PB entra com ações no STF, e ele mostra de fato como se governa, com o poder efetivo nas mãos.

Sem a ação efetiva dos trabalhadores sem terra, dos militantes do meio ambiente e da classe operária para a derrubada do governo golpista de Jair Bolsonaro a escalada de desmatamento só terá fim quando a Amazônia não tiver uma árvore de pé, a não ser nos jardins dos capitalistas para enfeite.

Essa mobilização passa sobre tudo na ação efetiva nas ruas e nos campos, organizando o povo, não será através de eleições em 2022 que o desmatamento vai acabar.

Biólogos especialistas no Bioma Amazônia conhecem bem o clima e os efeitos das queimadas e dos desmatamentos, por meio de dados coletados nas estações de monitoramento da floresta podem construir um filme de como todo o processo leva a desertificação, algo parecido já aconteceu em outros biomas em outras eras históricas.

E tomando como base o que aconteceu no Pantanal, existe sério risco de em 2022 não existir mais o que salvar, ou que a destruição já esteja em estado tão avançado que a savanização da Amazônia já não possa mais ser revertida, como aliás alguns estudiosos do assunto tem afirmado.

Fora Bolsonaro e todos os Golpistas!

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