Greve geral na Palestina marca luto por 60 mortos sob a repressão israelense

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Nesta segunda-feira (14), o estado sionista de Israel demonstrou mais uma vez seu caráter reacionário. No aniversário da fundação farsante de Israel, que serviu para criar uma base imperialista, no Oriente Médio, aproveitando-se da dura perseguição que foi feita aos judeus na Segunda Guerra Mundial, a população palestina na faixa de Gaza decidiu fazer uma manifestação contra a opressão política exercida por Israel, em aliança com os interesses dos monopólios internacionais.

Diante disso, os sionistas mobilizaram sua força bélica para reprimir violentamente os palestinos, assassinando em torno de 60 pessoas e ferindo outras milhares de cidadãos desarmados. Ou seja, no estado nazista de Israel, a população árabe não tem nem mais o direito de reivindicar sua soberania sem levar um bala na cabeça.

Neste dia 15 (terça-feira) foi o aniversário de outro acontecimento importante, a Nakba (catástrofe em árabe) quando, após a instalação dos israelenses na palestina, os povos que ali viviam foram expulsos de suas terras e tiveram suas aldeias e vilas destruídas. Processo esse que forçou a concentração de alguns palestinos em guetos, como a faixa de Gaza por exemplo.

Assim, nesta data histórica e em contraponto à violenta repressão exercida no dia anterior, os palestinos entraram em greve geral, em luto pelos mortos por Israel.