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Ao contrário das campanhas salariais dos trabalhadores dos Correios, aonde a imprensa golpista omite as informações reais das negociações e da greve da categoria, no último dia 12 de março a greve dos Correios estampou os noticiários dos jornais golpistas.

Os jornais golpistas fizeram propaganda da greve, dizendo que era por tempo indeterminado e com grande adesão na cidade de São Paulo, inclusive com várias entrevistas com os sindicalistas dos Correios.

Ao contrário da propaganda da imprensa golpista, a greve que aconteceu no dia 12 nos Correios, está longe de ter sido uma greve de verdade.

A “greve” começou às zero horas no dia 12 de março, em 32 sindicatos,  simplesmente para que os trabalhadores acompanhassem pela internet o julgamento do TST, sobre o plano de saúde da categoria.

Apesar de que havia a propaganda de que a greve era por tempo indeterminado, todos sabiam que a greve não passava do dia do julgamento, pois os trabalhadores foram convocados para assistir o enterro de seu mais importante benefício, o plano de saúde, pela internet.

Tanto que a greve foi marcada no dia do julgamento para que os trabalhadores não propusessem a ida para Brasília, pressionar em loco os juízes biônicos do TST que julgaram o benefício.

Quando terminou o julgamento, às 16 horas do dia 12 de março, com o desastre anunciado, com pagamento de mensalidades e com data marcada para a exclusão dos pais e mães no plano de saúde,  os sindicalistas dos Correios, não sabiam como sair da greve sem mostrar a farsa que foi a greve e propuseram mais um dia de greve para que a categoria pudesse digerir melhor o resultado.

Oito sindicatos resolveram não acompanhar a farsa e saíram da greve no mesmo dia 12, os demais sindicatos (24) continuaram a farsa no dia seguinte, terminando a greve com o cínico elogio aos trabalhadores que aderiram a “greve” para assistir ao julgamento.

Na verdade, os sindicalistas dos Correios ligado ao Bando dos Quatro (sindicalistas do PT, PCdoB, PSTU e diretoria do Sintect-MG – LPS) propuseram uma greve no dia do julgamento para impedir que os trabalhadores fossem para Brasília lutar contra o TST, até porque foram esses sindicalistas que deram a autorização aos ministros golpistas do TST modificar a cláusula 28°, quando assinaram o acordo coletivo de 2017/2018, com essa cláusula ficando de fora do acordo.

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